Gráfica e Editora Moura Ramos: livros, revistas, embalagens, sacolas, agendas e impressos em geral.: Dezembro 2017 Google+

domingo, 31 de dezembro de 2017

Imagens que não têm preço!!

Pra quem gosta de animais, é uma beleza, pará quem adora fotografia é uma maravilha e para quem gosta de ambos, não tem preço! 

































A seguinte imagem é comovente! A Doberman está grávida.

O bombeiro acaba de salvá-la de um incêndio em sua casa, a salvou e colocou no jardim, e logo continuou sua luta contra o fogo.

Quando finalmente conseguiu apagar o fogo, se sentou para tomar um pouco de ar e descansar.

Um fotógrafo do jornal Notícias da Carolina do Norte/EUA, notou que a cadela observava a distancia o bombeiro.

Viu a Doberman caminhar direto até o bombeiro e se perguntou o que ela vai fazer.?

Assim que levantou sua câmera, o animal chegou até o homem cansado que acabara de salvar a sua vida e de seus bebês. O fotógrafo captou o momento exato em que a cadela beijou o bombeiro.


Poucos de nós humanos temos o gesto nobre de agradecer a quem nos faz bem. Essa foto mostra que até as outras espécies animais tem o sentido da gratidão. 
O não agradecer a quem nos faz bem, demonstra o quanto ainda temos que aprender para nos tornarmos humanos.

Fonte: Autor desconhecido e imagens de um e-mail

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Orientação vocacional: Você ainda não sabe o que estudar?


A Orientação vocacional geralmente é realizada por psicólogos, que através da pesquisa e análise de provas de interesses, aptidões e personalidade, apoia ao aluno no percurso acadêmico e profissional indicado, além de sugerir estratégias de autoconhecimento.

Mas qual é nossa vocação profissional? Este é um dos interrogantes que surge quando estamos por finalizar o ensino médio ou quando não começamos ainda uma formação de educação superior. Se não conhecemos nossa vocação, fica difícil saber qual caminho profissional devemos seguir.

Sem dúvida, encontrar áreas de estudo relacionadas aos nossos interesses, habilidades e aptidões não é tarefa fácil, especialmente se não foram exploradas 100% e algumas ainda não foram descobertas. Por isso é muito importante identificar os pontos que nos ajudam a tomar a decisão certa.

O que eu gosto de fazer?

Este primeiro ponto é primordial. Não devemos confundir nossos hobbies com nossas habilidades e destrezas. Muitos de nós gostamos de ver televisão, mas apesar disso, esta ação não está internamente relacionada com a nossa vocação, a não ser que alguns programas concretos sobre: animais, arte, esportes, moda, etc, nos agrade muito. Neste caso, podemos considerar isto como uma inclinação sobre o que nos chama a atenção para estudar, sem ser um fator determinante.

Devemos estabelecer em quais áreas nos destacamos e quais nos apaixonam. Por exemplo, se gostamos de matemática e consideramos que temos habilidades nas carreiras que as contêm, então será um ponto de partida para escolher uma formação relacionada com a mesma.

Que opções de estudo existem?

Atualmente a oferta educativa é tão ampla e variada. Podemos fazer infinitas pesquisas pela internet para desta maneira encontrar o que queremos estudar, desde uma carreira técnica ou tecnológica até uma carreira profissional. Quando estabelecemos a área de interesse, podemos nos enfocar em encontrar uma formação que se adapte ao que queremos fazer por muitos anos.

No mundo todo, diversas instituições educativas oferecem cursos que se adaptam as nossas necessidades e preferências, dando-nos um abanico de possibilidades nas quais teremos mais espaço para optar por um tipo de estudo de acordo às habilidades que possuímos. Alternativas como: flexibilidade horária, metodologia de estudo, modalidade, formas de pagamento e financiamento contribuem para reduzir o filtro e alcançar as respostas para nossas inquietudes.

Níveis de estudo na Educação Superior: 

Carreira de nível Técnico: É um estudo caracterizado por ser mais curto que uma carreira profissional (1 a 2 anos), de menor custo, conciso e de maior especificidade ao se aprofundar em áreas concretas, com um alto nível de prática. Se o estudo for realizado numa instituição reconhecida pelo Ministério de Educação, independentemente do país, se obtêm um título de Técnica/o.


Carreira Tecnológica: É similar à carreira técnica; duração intermedia de formação (2 a 3 anos). Diferencia-se da anterior por sua metodologia e processo de investigação; está pensada para sistematizar a experiência. O título recebido é o de Tecnóloga/o, sempre e quando se trate de uma instituição respaldada pelo Ministério de Educação do Brasil.

Carreira Profissional (Licenciatura ou Bacharelado): O tempo de duração é mais prolongado (4 a 5 anos, ou mais); o conhecimento é vasto, dá igual importância à parte teórica e prática. Abarca matérias intrínsecas à área de estudo e outras humanísticas, sem que estejam diretamente vinculadas com a temática da carreira. Os títulos recebidos em sua grande maioria dão a possibilidade ao aluno de seguir seus estudos em cursos de pós-graduação. 


Indagar, investigar, explorar.

É importante investigar muito além do nome do curso que queremos estudar. Como diz o ditado “a embalagem pode nos atrair mais que o conteúdo”. Ao escolher uma carreira, devemos considerar estes pontos:
  • Matérias
  • Duração
  • Campos de ação
  • Trajetória da instituição
  • Se a instituição e o curso são reconhecidos pelas autoridades de educação pertinentes
  • Convênios com outras instituições
  • Corpo docente
  • Comentários de alunos e graduados
  • Atividades extracurriculares
Buscar assessoria:

Ao concluir o ensino médio, não devemos nos precipitar em determinar o que vamos fazer a nível universitário sem antes pesquisar muito. Com o passar dos anos, uma decisão apressurada pode traduzir-se em frustração.

Por sorte existem diversas instituições que oferecem testes vocacionais aos seus alunos em potencial, geralmente são espaços acadêmicos, nos quais se busca reconhecer os talentos de cada pessoa, em áreas pontuais. Poderíamos pesquisar diretamente nas universidades onde gostaríamos de estudar, muitas delas oferecem este tipo de assessoria. Podemos também realizar oficinas ou programas curtos que estimulem nossa capacidade cognitiva na execução dos conteúdos que queremos abordar.

Não devemos deixar de lado os testes online gratuitos oferecidos na internet tanto por instituições de ensino quanto por páginas web independentes, tais como: 
É aconselhável buscar orientações profissionais aprovadas por instituições de renome.

Quanto tempo quero dedicar a minha formação profissional?

Com certeza o tempo que queremos destinar a nossa preparação acadêmica vai ser um componente essencial na decisão que tomarmos. Como mencionávamos, o tempo de duração varia conforme os tipos de formação existentes: carreiras técnicas, carreiras tecnológicas, licenciaturas e bacharelados.

Devemos definir se estamos inclinados a gastar menos tempo estudando porque queremos nos enfocar principalmente em trabalhar ou em ter mais tempo livre ou se pelo contrário, buscamos um estudo que contenha muitas horas de dedicação porque nos apaixona a aprendizagem que será adquirida durante esse período.

Nenhuma das duas escolhas está errada, ambas vão favorecer nosso desenvolvimento pessoal e profissional. Pessoal já que estaremos fazendo o que nos faz sentir bem de acordo com a nossa vontade. Profissional porque no futuro, o entorno laboral no qual vamos nos desempenhar, como vamos avançar nele e a autorrealização que vamos atingir, será o reflexo da nossa decisão e de como vamos afrontá-la no transcurso da vida.

Gostaria de me formar no que meus pais, familiares ou amigos estudaram.

Em algumas ocasiões, as profissões dos nossos pais, irmãos, núcleo familiar e amigos, influi no que pensamos que é nossa verdadeira vocação. Apesar disso, não é sempre assim.

Se partirmos do principio de que temos que seguir os passos dos demais por sua vida profissional exitosa, porque parecem pessoas apaixonadas pelo que fazem e satisfeitas com o trabalho que desempenham; deixando de lado nosso conhecimento, interesses, gostos, talentos, habilidades e aptidões, não estamos indo pelo caminho correto. Outro erro comum é optar por áreas que estão na moda, só porque são estudadas por famosos e porque são divulgadas em diversos meios de comunicação e redes sociais.

Apesar da assessoria brindada por pessoas do nosso entorno e próximas a ele sobre suas próprias experiências acadêmicas, ao longo de suas trajetórias profissionais, desde o que estudaram ou estudam até sua ocupação atual, ser um enorme marco de referência e guia para nós, esmo assim devemos investigar se o que para estas pessoas parece apaixonante ou as experiências negativas que tiveram são o espelho do que aconteceria com a gente se escolhêssemos a mesma profissão.

Investigar, indagar, averiguar, explorar é nossa maior tarefa.

O aspecto econômico me interessa mais que minha vocação.

Se este é o caso, então estamos indo pelo caminho incorreto. É verdade, o aspecto econômico é uma variável que deve ser considerada, mas não é a mais importante. Se optarmos por uma profissão que por seu campo de ação traga altos ingressos, mas seu conteúdo não é interessante, e não se adapta aos nossos interesses, não estaremos tomando uma decisão acertada.

Existem profissões com menor saída laboral que outras, apesar disso e se consideramos nossas habilidades, é mais provável que no futuro conseguiremos tirar um grande da nossa escolha; estaremos agrupando o que somos, o que queremos ser e onde queremos chegar. Com a ampla oferta acadêmica atual, encontraremos carreiras com temáticas que se ajustam aos nossos desejos profissionais.

O Dr. Rick Sommer, diretor executivo dos programas acadêmicos da universidade de Stanford University dos Estados Unidos, manifestou que os estudantes que realmente buscam um desafio, conseguem desenvolver seus talentos ao máximo. Assim são as coisas, se nos desafiamos e encontramos uma formação da qual gostamos, conseguiremos alcançar mais facilmente nossas metas e objetivos.

Vale lembrar! A área e o nível de estudo que escolhermos vão refletir no crescimento e progresso que atingiremos ao longo da nossa trajetória profissional. A motivação para triunfar será o que nos apaixone, nos mobilize e impulse a ser melhores a cada dia, e nos permita demonstrar em qualquer espaço, nossa capacidade de adaptação e compromisso em qualquer ocupação na qual nos dediquemos.


quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Conheça o menor celular do mundo com apenas 5 cm


(Foto: divulgação / Clubit)

Com celulares ficando cada vez maiores e mais potentes, uma empresa foi no sentido oposto e criou o celular mais diminuto e barato possível. Trata-se do Zanco T1, um celular em estilo antigo com tela pequena, teclado numérico, bateria que dura mais de um dia, tamanho extremamente reduzido e preço bem mais acessível.

Segundo a empresa, é o menor celular do mundo: ele tem 4,67 centímetros de altura por 2,1 de largura e pesa apenas 13 gramas. Mesmo assim, ele tem a maioria dos recursos que se espera de um celular: alto-falante, microfone, slot para chip nanoSIM, porta de carregamento USB e um teclado totalmente funcional. Ele até tem um detalhe na sua parte superior que permite que ele seja usado como um colar ou chaveiro. O vídeo abaixo mostra mais do aparelho:

Em termos de potência, o celular é basicamente o que se poderia esperar de um dispositivo desse tamanho, de acordo com o BGR. Sua tela, por exemplo, tem resolução de 64 por 32 pixels. A memória dele é capaz de armazenar até 300 contatos e lembrar as 50 últimas ligações que você fez ou recebeu, além de armazenar suas últimas 50 mensagens SMS. No entanto, ele só é capaz de operar em redes 2G por causa de seu tamanho.



Utilidade

Os recursos do Zanco T1 permitem que ele seja usado para fazer ligações e enviar mensagens de texto (embora ainda não seja possível aferir a qualidade do alto-falante). De acordo com a empresa, ele é ideal para funcionar como "celular reserva" - algo para deixar no escritório, ou para usar quando for sair para algum lugar perigoso, ou para levar quando for praticar esportes, por exemplo.

Por outro lado, em termos de duração da bateria, ele não faz feio. A empresa promete que ele consegue aguentar até três dias em standby antes de precisar ser recarregado, e consegue oferecer até três horas de tempo de conversação a cada ciclo de bateria. O preço também é interessante: no Kickstarter, é possível adquirir um por a partir de 35 libras (R$ 155). A expectativa da empresa é que ele será enviado aos compradores a partir de maio de 2018.

Inicialmente, segundo o Business Insider, o projeto começou como uma piada. No entanto, no Kickstarter o Zanco T1 já tem mais de 1.500 apoiadores, e já arrecadou mais de US$ 100 mil (sua meta inicial era de US$ 33 mil).


quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Vamos pensar em atitudes sustentáveis em prol da coletividade?

A cada virada de ano que se aproxima é comum falarmos em resoluções. Os objetivos individuais variam. Uns buscam um novo emprego, outros querem perder peso. 

O fato é que essa é uma época de reflexões importantes. Então, que tal pensar um pouco no todo e colocar algumas atitudes sustentáveis em prol da coletividade nas suas metas para 2018?

Com o milênio chegando cada vez mais perto da maioridade, nosso planeta começa a sentir os impactos causados pelo homem. Do uso excessivo de energia elétrica ao número cada vez maior de automóveis circulando por aí, o impacto ambiental negativo causado por nossas ações no dia a dia tem afetado drasticamente o meio em que vivemos.

Temas como poluição, aquecimento global, derretimento de geleiras e extinção de animais estão presentes em rodas de conversa desde a virada do milênio. Porém, só conversar não basta: precisamos agir! E logo!

Há um grande debate mundial sobre como podemos manter o equilíbrio ecológico na Terra. Entretanto, devemos ir além de atitudes como tomar banhos rápidos ou desligar a torneira enquanto escovamos os dentes. Essas práticas são excelentes e necessárias, não me entenda mal, meu ponto é que esse tipo de ação é o básico: precisamos urgentemente pensar em atitudes sustentáveis que fujam do óbvio.

Nesse artigo veremos como algumas empresas e instituições tem contribuído para a melhor utilização de nossos recursos – naturais ou não.
Você já ouviu falar em "economia compartilhada"?

2017 foi o ano da explosão da economia compartilhada. Empreendedores, organizações e cidades ao redor do mundo têm apostado nesse modelo de negócio sustentável. E isso é ótimo para o planeta.

"A economia compartilhada (ou colaborativa) é um sistema socioeconômico construído em torno da partilha de recursos humanos e físicos (crowdsourcing). Ela inclui a criação, produção, distribuição, comércio compartilhado e consumo de bens e serviços por pessoas e organizações diferentes, de diferentes lugares e culturas". ( Crowdtask)

Os exemplos mais famosos nesse sentido são Airbnb, onde pessoas de mais de 190 países podem se cadastrar para receber viajantes, alugando quartos ou a casa toda, e Uber, que oferece um serviço semelhante ao táxi tradicional através de um aplicativo que conecta seus motoristas aos passageiros.

O Uber, porém, não é o único a contribuir por uma mobilidade urbana mais sustentável. Uma velha conhecida da população está cada vez mais em alta. Nos últimos anos, muita gente tem trocado seus carros ou até mesmo o transporte público por bicicletas. E essa é uma tendência global. Antes de migrar para o home office, por exemplo, me desloquei de bicicleta durante quatro anos até o escritório onde trabalhava. A escolha foi boa não só para o meio ambiente, mas também para a minha saúde.

A popularidade de Airbnb e Uber, inclusive, tem impulsionado empreendedores e empresas do mundo todo a oferecerem serviços baseados na economia compartilhada e colaborativa.

É o caso dos sites de financiamento coletivo. O global Kickstarter e os brasileiros do Catarse têm ajudado pequenos empreendedores e artistas a tirarem suas ideias do papel. Em 2014, por exemplo, os capixabas do Dead Fish, famosa banda da cena punk brasileira, arrecadaram quase R$ 260 mil para a gravação do seu sétimo álbum de estúdio. O projeto só foi adiante graças à ação colaborativa de mais de 3000 pessoas que contribuíram financeiramente com a banda através do Catarse – o valor mínimo para a contribuição era de R$ 25,00.

O crowdfunding, como é conhecido esse sistema de financiamento coletivo, também tem mobilizado e engajado pessoas a fazer o bem. Através do Vakinha, site que, como o nome sugere, tem o objetivo de organizar as famosas "vaquinhas", a pequena Gigi, que nasceu com uma síndrome rara que a impedia de enxergar, conseguiu doações para realizar um tratamento com células-tronco que tornou realidade o seu sonho de enxergar a luz do dia. A campanha, criada por sua avó, arrecadou mais de R$ 400 mil para o tratamento de sua neta.
Espaços compartilhados: reduzindo custos de forma sustentável

Quando falamos em economia compartilhada, podemos trazer o sentido literal do termo para dentro das empresas e do modo como nos relacionamos com os nossos trabalhos.

Como muitas funções são feitas hoje de forma remota, ou seja, não há mais a necessidade da presença física do empregado na sede das organizações, muitos trabalhadores têm exercido suas atividades em suas casas, em cafés ou em espaços compartilhados conhecidos como coworkings.

Estes espaços compartilhados são ótimos para todos os envolvidos. As empresas podem, entre outros custos, reduzir o consumo energia elétrica. Os colaboradores, por sua vez, trabalham mais felizes, são mais produtivos e aumentam seu networking, segundo mostra um estudo da TINYpulse – e também a minha experiência pessoal.

Além disso, também é bom para o meio ambiente: com seus trabalhadores executando suas tarefas de forma remota, muitas empresas fecharam seus escritórios próprios. Ou seja, quanto maior a concentração de empresas num espaço compartilhado, menor será o impacto negativo no meio ambiente.
Construções com tecnologia sustentável

Compartilhar espaços na hora de trabalhar pode reduzir os impactos ambientais, mas podemos ir além na equação entre relações humanas x espaços físicos: hoje é possível construir prédios e moradias com tecnologia sustentáveis.

A CAIXA, por exemplo, financiou em 2016 o primeiro prédio construído em madeira no Brasil. O empreendimento de três pavimentos com tecnologia sustentável foi montado em 40 horas no município paranaense de Araucária.

Já a Urban 3D, startup brasileira do ramo de construção civil, está investindo na criação de moradias de baixo custo usando tecnologias revolucionárias e sustentáveis. Sua fundadora, Anielle Guedes, quer lançar um substituto do concreto – um dos maiores vilões quando falamos em meio ambiente.

Talvez você não saiba, mas, dentre todas as atividades humanas sobre a Terra, a construção civil é uma das que causam mais impacto na natureza. Apenas no Brasil, 35% dos materiais naturais extraídos são destinados para este segmento e mais de 50% da produção de energia elétrica do país é destinada para a alimentação de casas e condomínios.

Além das construções com tecnologias sustentáveis de iniciativas como as da CAIXA e Urban 3D, uma outra alternativa para diminuir esses impactos ambientais seria o investimento em luz solar natural.
Alimentação saudável – e sustentável

Vimos alternativas sustentáveis de transportes e habitações, mas você sabia que o agronegócio também causa diversos impactos ambientais? Embora eu (ainda!) não seja vegetariano, reduzi bastante meu consumo de carne. A alimentação consciente também é uma pauta que deve ser debatida para garantirmos a saúde do nosso planeta nas próximas décadas.

Ainda dentro da economia compartilhada, tem crescido o número de hortas comunitárias no Brasil. Algo já comum no exterior, essa é uma ótima iniciativa para reduzir o impacto gerado pela produção de alimentos e, de quebra, abastecer a população local.

Resoluções para 2018

E aí, aceita o desafio de pensar em resoluções sustentáveis que beneficiem toda a população?

Se cada um fizer sua parte, mesmo que pequena, com ações dentro de sua casa, empresa ou comunidade, tenho certeza que essa mudança de pensamento e de atitude alcançará cada vez mais pessoas! É aquela velha história de "trabalho de formiguinha", sabe?

Adoraríamos ler nos comentários suas experiências nesse sentido! Vamos levar essa corrente do bem para frente! :)


terça-feira, 26 de dezembro de 2017

A precisão e sincronia de 16 fotos incríveis


Tirar fotos sem tremer a câmera, aproveitar ao máximo a iluminação disponível e ainda fazer um bom registro é uma tarefa que exige habilidade e precisão. Agora, harmonizar em uma única imagem diferentes elementos é algo digno de todos os aplausos possíveis. As fotografias que você vai ver a seguir são bons exemplos disso: elas reúnem criatividade e precisão em um único disparo. 

Confira:

1. O exato momento em que o Sol se punha debaixo de uma passarela

2. A clave de sol formada involuntariamente nos fones de ouvido de um passageiro


3. O registro sutil e perfeito da crista de uma onda do mar

4. Quando dois fenômenos naturais se encontram para aparecer na mesma foto

5. O paraquedista que chegou ao Festival Burning Man, nos Estados Unidos, em grande estilo

6. Sem saber, este cãozinho apertado protagonizava uma cena hilária

7. Aqui, vemos o instante que antecede a surpresa que este cachorro teve

8. Já este gato, ao que tudo indica, está pronto para desfrutar da estação mais quente do ano

9. À primeira vista, este lago aparenta estar congelado; mas é apenas uma impressão

10. O momento em que um atleta era ignorado pelos técnicos que o julgavam

11. Quando a vida e a arte urbana produzem contrastes inesperados

12. O jogador profissional que mostrou ter bons reflexos e escapou de um banho

13. Aquele instante em que uma pista de tênis parece ter virado suporte para a Lua

14. Este pássaro e seu raro encontro com o próprio reflexo

15. E, para encerrar, um registro hilário do reino animal