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domingo, 30 de abril de 2017

Os 100 anos da primeira greve geral no Brasil


Cem anos atrás, paralisação se espalhou pela indústria, comércio e serviços – Foto: Reprodução

A primeira greve geral começou sem grandes pretensões. Parecia mais uma das paralisações que se registravam no Brasil desde a década anterior. Era julho de 1917 quando os empregados da tecelagem Crespi, no Brás, em São Paulo, pediram aumento – e não levaram. O primeiro conflito entre operários e polícia aconteceu na porta da fábrica, no domingo 8 de julho.

No dia seguinte, novo incidente, dessa vez em frente à Antártica, também no Brás. Depois de quebrarem a carga de um caminhão (garrafas), os trabalhadores seguiram para a Tecelagem Mariângela, na mesma região. Lá, durante outro embate, acabou morto, aos 21 anos, o operário Jose Martinez. Foi o estopim para um movimento que parou São Paulo.

Pelo menos dez mil pessoas acompanharam os funerais de Martinez. Terminado o enterro, a multidão seguiu para a Praça da Sé, no centro da cidade, que se tornou palco de um concorrido comício de protesto. Naquela altura, o movimento grevista de inspiração anarquista começava a se espalhar pelo País, em especial pelo Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Em São Paulo, o comércio fechou as portas depois que saques se generalizaram pela cidade. Ao cenário de carestia e escassez de víveres somaram-se barricadas e mais embates entre operários e forças de repressão. Enquanto isso, um Comitê de Defesa Proletária negociava com o governo as reivindicações: aumento de salários, proibição do trabalho de menores de 14 anos, jornada de trabalho de oito horas.

Aconteceu há apenas 100 anos, mas era isso mesmo: a jornada de trabalho girava em torno de 14 horas por dia, crianças trabalhavam nas oficinas dia e noite, não havia descanso semanal remunerado muito menos férias pagas. A greve de 1917 foi o primeiro passo para a conquista dos direitos trabalhistas, muitos deles agora em jogo.


sábado, 29 de abril de 2017

Governo Temer corre desenfreadamente para aprovar reforma trabalhista a contragosto da maioria da sociedade brasileira

Protesto da oposição na Câmara contra a aprovação da reforma trabalhista. 

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, dia 26, a reforma trabalhista do Governo Michel Temer (PMDB). O projeto de lei que faz a maior alteração nas regras envolvendo patrões e empregados em sete décadas foi aprovado por 296 votos a favor e 177 contra. A proposta será enviada ao Senado Federal depois que os deputados aprovarem os destaques que ainda precisam ser analisados. A expectativa do Governo é que ainda no primeiro semestre deste ano a reforma também seja aprovada pelos senadores. O placar é considerado um termômetro para outra votação estratégica: na próxima semana, o embate, bem mais difícil, será em torno da reforma da Previdência. Para aprovar alteração nas aposentadorias da grande maioria dos trabalhadores brasileiros serão necessários mais do que a maioria simples desta quarta, ou 308 votos da maioria qualificada em dois turnos de votação.

A fácil vitória da base aliada do peemedebista foi marcada por uma tumultuada e demorada sessão. Foram mais de dez horas de debates. Sem votos para rejeitar a proposta, a oposição tentou obstruir a votação de todas as maneiras. Fez uma série de protestos, com cartazes, faixas, cruzes e caixões de papelão tentando mostrar que as alterações representam “a morte” da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). Uma das discussões durante a sessão foi a de não deixar a votação ser nominal. Ou seja, os deputados da base de Temer queriam uma votação simbólica, sem que os nomes dos parlamentares aparecessem como voto favorável ou contrário ao projeto. O temor era serem vítimas dos manifestantes que convocaram a greve geral para a próxima sexta-feira, dia 28, tanto contra a reforma trabalhista como a da Previdência. A mobilização que cresce em adesão tenta transformar em resistência ativa a impopularidade do presidente Temer - sua aprovação caiu a apenas 4% segundo o instituto Ipsos - e será um teste para a capacidade das ruas de influenciarem as decisões do Congresso nas próximas semanas.

A reforma trabalhista, se aprovada no Senado, acabará com a contribuição sindical obrigatória, determina que o que for negociado entre patrões e empregados prevalece sobre a legislação e dificultará o acesso dos servidores à Justiça do Trabalho. O texto cria uma jornada intermitente de serviço, regulariza o home office e exclui os sindicatos das homologações de demissões, entre outros tópicos. Assim como no Congresso, o proposta contrapõe especialistas no assunto. "A reforma como um todo foi olhada sob um viés do empregador, com coisas boas e ruins para a sociedade. Mas o problema é que não conseguimos ter um debate forte sobre o tema. Foi uma reforma açodada. Não há dúvidas que os trabalhadores saem perdendo", disse Ricardo Guimarães, mestre em direito do trabalho e professor da PUC- SP. Já Adauto Duarte, conselheiro do Instituto Via Iuris de Direito do Trabalho, elogia: "Sob a ótica do direito coletivo achamos a proposta muito equilibrada, porque a prevalência do acordo sobre o legislado já tinha sido dada pelo STF. A novidade é a lista do que não pode ser negociado. De um lado protege o trabalhador e do outro, para quem negocia (seja sindicatos ou empresas) aumenta a segurança jurídica. As regras ficam mais claras".

Sala de aula descontrolada

Em vários momentos, o plenário da Câmara parecia uma sala de aula em que o professor não tinha o mínimo controle sobre os estudantes indisciplinados. Ninguém escutava o orador, vaias eram ouvidas a todo momento e Rodrigo Maia (DEM-RJ), o presidente da Casa, se cansou de pedir respeito, sen êxito. Os gritos de Fora Temer eram constantes no plenário. O deputado Assis Melo (PCdoB-RS) chegou a usar um uniforme de metalúrgico, que é a sua profissão original, e foi repreendido por Maia enquanto protestava contra a reforma. A lógica do presidente da Câmara é que o regimento interno da Casa prevê que os parlamentares têm de usar traje passeio completo, ou seja, terno e gravata.

Os opositores à gestão Temer repetiram à exaustão que as mudanças nas leis trabalhistas retiram direitos dos trabalhadores. Por outro lado, os aliados do Governo defendiam que as alterações modernizam a legislação e facilitarão a criação de emprego quando vier a retomada econômica. O líder da oposição, José Guimarães (PT-CE), disparou: “Só faltou um artigo neste projeto de lei: está revogada a CLT a partir desse momento”. Ao que o deputado Nogueira respondeu: “Nenhum direito foi revogado. A reforma quer garantir igualdade para todos os trabalhadores brasileiros”.

Enquanto os debates se intensificavam, lobistas vinculados a sindicatos patronais e laborais transitavam entre os deputados no plenário pedindo que vários deles apresentassem emendas parlamentares ao projeto, algo similar ao que ocorreu na comissão especial que debateu o tema, na terça.

Um levantamento feito pelo site The Intercept Brasil concluiu que entre os principais interessados nessa reforma trabalhista estavam entidades que representam bancos, indústrias e o setor de transportes. O jornal online examinou as 850 emendas apresentadas por 82 deputados durante a discussão do projeto na comissão especial. Dessas propostas, 292 (34,3%) foram integralmente redigidas em computadores de representantes da Confederação Nacional do Transporte (CNT), da Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF), da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística). O relator, Rogério Marinho (PSDB-RN), segundo a reportagem acatou 52,4% das emendas. Na terça-feira, o EL PAÍS mostrou que lobistas da CNI municiavam deputados da comissão com algumas dessas emendas.

Defecções e cuidado redobrado

Apesar do placar expressivo, os principais partidos da base do Governo, que representam 313 votos, registraram 57 traições. Nenhuma dessas legendas votou totalmente fechada com a gestão Temer. Apenas para ficar nos maiores, que têm representantes em ministérios: dos 59 deputados votantes do PMDB, sete foram contra a reforma trabalhista. No PSDB, os números foram 44 votantes, um contrário. No PP, 43 votos, sendo nove contra. No PR, foram 7 defecções entre os 35 deputados. No PPS, três dos nove legisladores foram contrários. No PSB, 16 dos 30 parlamentares estiveram contra Temer. No PSD foram cinco dos 34. E no PTB, quatro entre 17.

Foi tendo como pano de fundo esse cenário que Temer quis se cercar de cuidados para garantir o resultado. Exonerou quatro de seus ministros que são deputados federais para não ter o risco de ter quatro votos a menos entre sua própria base. Retornaram à Câmara os ministros da Educação, Mendonça Filho (DEM-PE), das Cidades, Bruno Araújo (PSDB-PE), das Minas e Energia, Fernando Coelho Filho (PSB-PE) e do Trabalho, Ronaldo Nogueira (PTB-RS).

O retorno de Nogueira foi cercado de simbolismo. Afinal, como ministro do Trabalho, ele queria dar o peso de seu cargo para dizer ao trabalhador que seus “direitos serão preservados”. Além disso, sua exoneração retirou o voto de Assis Melo, o deputado comunista que protestou usando o uniforme de metalúrgico. Melo é suplente de Nogueira na Câmara e a volta do ministro o retirou da lista de deputados.

A mesma medida, de exonerar os ministros, será adotada por Temer na semana que vem, quando até 13 ministros podem voltar ao Legislativo para votar a reforma da Previdência, na terça e na quarta-feira. Os dias de agenda frenética no Congresso estão só começando.


sexta-feira, 28 de abril de 2017

Deputados e Partidos que votaram contra e a favor da Reforma trabalhista de Temer


Deputados da oposição se manifestaram contra a Reforma durante a votação.

O texto base da reforma trabalhista foi aprovado na noite da quarta-feira 26 depois de mais de 10 horas de discussões, rejeição de requerimentos e obstrução da oposição.

Ao fim da votação, 296 deputados federais aprovaram o texto base da proposta, contra 177 que votaram contra. Além do texto principal, há 17 destaques apresentados pelos partidos que ainda serão analisados.

Apenas PT, PSB, PDT, Solidariedade, PCdoB, PSOL, Rede e PMB orientaram sua bancadas a votar contra o texto apoiado pela base governista de Michel Temer.

Confira como votou cada um dos deputados federais:
ParlamentarUFVoto
DEM
Abel Mesquita Jr.RRSim
Alberto FragaDFSim
Alexandre LeiteSPSim
Carlos MellesMGSim
Claudio CajadoBASim
Efraim FilhoPBSim
Eli Corrêa FilhoSPSim
Elmar NascimentoBASim
Felipe MaiaRNSim
Francisco FlorianoRJSim
Hélio LeitePASim
Jorge Tadeu MudalenSPSim
José Carlos AleluiaBASim
Juscelino FilhoMASim
MandettaMSSim
Marcelo AguiarSPSim
Marcos RogérioROSim
Marcos SoaresRJSim
Mendonça FilhoPESim
Misael VarellaMGSim
Missionário José OlimpioSPSim
Norma AyubESSim
Onyx LorenzoniRSSim
Osmar BertoldiPRSim
Pauderney AvelinoAMSim
Paulo AziBASim
Professora Dorinha Seabra Rezende TOSim
Rodrigo MaiaRJArt. 17
Sóstenes CavalcanteRJSim
Vaidon OliveiraCESim
Total DEM: 30   
PCdoB
Alice PortugalBANão
Chico LopesCENão
Davidson MagalhãesBANão
Jandira FeghaliRJNão
Jô MoraesMGNão
Luciana SantosPENão
Orlando SilvaSPNão
Professora MarcivaniaAPNão
Rubens Pereira JúniorMANão
Total PCdoB: 9   
PDT
Afonso MottaRSNão
André FigueiredoCENão
Assis do CoutoPRNão
Carlos Eduardo CadocaPESim
Dagoberto NogueiraMSNão
Deoclides MacedoMANão
Félix Mendonça JúniorBANão
Flávia MoraisGONão
Hissa AbrahãoAMNão
Leônidas CristinoCENão
Pompeo de MattosRSNão
Ronaldo LessaALNão
Sergio VidigalESNão
Subtenente GonzagaMGNão
Weverton RochaMANão
Wolney QueirozPENão
Total PDT: 16   
PEN
Erivelton SantanaBASim
Junior MarrecaMASim
Walney RochaRJNão
Total PEN: 3   
PHS
Carlos AndradeRRNão
Dr. Jorge SilvaESNão
Givaldo CarimbãoALNão
Marcelo AroMGSim
Marcelo MatosRJSim
Pastor EuricoPENão
Total PHS: 6   
PMB
Weliton PradoMGNão
Total PMB: 1   
PMDB
Alberto FilhoMASim
Alceu MoreiraRSSim
Alexandre SerfiotisRJSim
Altineu CôrtesRJSim
André AmaralPBSim
Aníbal GomesCESim
Baleia RossiSPSim
Cabuçu BorgesAPSim
Carlos BezerraMTSim
Carlos MarunMSSim
Celso JacobRJSim
Celso MaldanerSCSim
Celso PanseraRJNão
Cícero AlmeidaALNão
Daniel VilelaGOSim
Darcísio PerondiRSSim
Elcione BarbalhoPASim
Fábio RamalhoMGSim
Flaviano MeloACSim
Hildo RochaMASim
Hugo MottaPBSim
Jarbas VasconcelosPESim
Jéssica SalesACSim
João ArrudaPRSim
João Marcelo SouzaMASim
Jones MartinsRSSim
José FogaçaRSNão
José PriantePASim
Josi NunesTOSim
Kaio ManiçobaPESim
Laura CarneiroRJSim
Lelo CoimbraESSim
Leonardo QuintãoMGSim
Lucio MosquiniROSim
Lucio Vieira LimaBASim
Marcelo CastroPISim
Marinha RauppROSim
Mauro LopesMGSim
Mauro MarianiSCSim
Mauro PereiraRSSim
Moses RodriguesCESim
Newton Cardoso JrMGSim
Pedro ChavesGOSim
Pedro PauloRJSim
Rocha LouresPRSim
Rodrigo PachecoMGSim
Rogério Peninha MendonçaSCSim
Ronaldo BenedetSCSim
Saraiva FelipeMGSim
Sergio SouzaPRSim
Sergio ZveiterRJSim
Simone MorgadoPANão
Soraya SantosRJSim
Valdir ColattoSCSim
Valtenir PereiraMTSim
Veneziano Vital do RêgoPBNão
Vitor ValimCENão
Wilson BeserraRJSim
Zé Augusto NalinRJNão
Total PMDB: 59   
PP
Adail CarneiroCESim
Afonso HammRSNão
Aguinaldo RibeiroPBSim
André AbdonAPSim
André FufucaMASim
Arthur LiraALSim
Beto RosadoRNSim
Beto SalamePANão
Cacá LeãoBASim
Conceição SampaioAMNão
Covatti FilhoRSSim
Dilceu SperaficoPRSim
Dimas FabianoMGNão
Eduardo da FontePENão
Esperidião AminSCNão
Ezequiel FonsecaMTSim
Fausto PinatoSPSim
Fernando MonteiroPESim
Franklin LimaMGSim
Hiran GonçalvesRRSim
Iracema PortellaPISim
Jerônimo GoergenRSSim
Jorge BoeiraSCNão
Julio LopesRJSim
Lázaro BotelhoTOSim
Luis Carlos HeinzeRSSim
Luiz Fernando FariaMGSim
Maia FilhoPISim
Marcus VicenteESSim
Mário Negromonte Jr.BASim
Nelson MeurerPRSim
Paulo MalufSPSim
Renato AndradeMGNão
Renato MollingRSSim
Renzo BrazMGSim
Ricardo IzarSPSim
Roberto BalestraGOSim
Roberto BrittoBASim
Ronaldo CarlettoBASim
Rôney NemerDFNão
Simão SessimRJSim
Toninho PinheiroMGSim
Waldir MaranhãoMASim
Total PP: 43   
PPS
Alex ManenteSPSim
Arnaldo JordyPANão
Arthur Oliveira MaiaBASim
Carmen ZanottoSCNão
Eliziane GamaMANão
Luzia FerreiraMGSim
Marcos AbrãoGOSim
Pollyana GamaSPSim
Rubens BuenoPRSim
Total PPS: 9   
PR
Adelson BarretoSENão
Aelton FreitasMGSim
Alfredo NascimentoAMSim
Bilac PintoMGSim
BrunnyMGSim
Cabo SabinoCENão
Cajar NardesRSSim
Capitão AugustoSPSim
Christiane de Souza YaredPRNão
Delegado Edson MoreiraMGSim
Delegado WaldirGONão
Edio LopesRRSim
GiacoboPRSim
Gorete PereiraCESim
João Carlos BacelarBASim
Jorginho MelloSCSim
José Carlos AraújoBASim
José RochaBASim
Laerte BessaDFSim
Lúcio ValePASim
Luiz CláudioROSim
Luiz NishimoriPRSim
Magda MofattoGOSim
Marcelo Álvaro AntônioMGNão
Marcelo DelaroliRJSim
Marcio AlvinoSPSim
Miguel LombardiSPSim
Milton MontiSPSim
Paulo FeijóRJSim
Remídio MonaiRRSim
Silas FreirePISim
TiriricaSPNão
Vicentinho JúniorTOSim
Vinicius GurgelAPSim
Zenaide MaiaRNNão
Total PR: 35   
PRB
Alan RickACSim
Antonio BulhõesSPSim
Beto MansurSPSim
Carlos GomesRSSim
Celso RussomannoSPSim
César HalumTOSim
Cleber VerdeMASim
Dejorge PatrícioRJNão
Jony MarcosSENão
Lincoln PortelaMGNão
Lindomar GarçonROSim
Marcelo SquassoniSPSim
Márcio MarinhoBASim
Pastor Luciano BragaBASim
Roberto AlvesSPSim
Ronaldo MartinsCENão
Rosangela GomesRJSim
Silas CâmaraAMSim
Vinicius CarvalhoSPSim
Total PRB: 19   
PROS
Eros BiondiniMGNão
Felipe BornierRJNão
Odorico MonteiroCENão
Ronaldo FonsecaDFNão
Toninho WandscheerPRSim
Total PROS: 5   
PRP
Nivaldo AlbuquerqueALSim
Total PRP: 1   
PSB
Átila LiraPISim
BebetoBANão
Danilo CabralPENão
Danilo ForteCESim
Fabio GarciaMTSim
Fernando Coelho FilhoPESim
FlavinhoSPNão
Gonzaga PatriotaPENão
Heitor SchuchRSNão
Heráclito FortesPISim
Janete CapiberibeAPNão
JHCALNão
João Fernando CoutinhoPESim
José ReinaldoMASim
Jose StédileRSNão
Júlio DelgadoMGNão
Keiko OtaSPNão
Leopoldo MeyerPRNão
Luana CostaMANão
Luciano DucciPRNão
Luiz Lauro FilhoSPSim
Maria HelenaRRSim
Marinaldo RosendoPESim
Paulo FolettoESSim
Rafael MottaRNNão
Rodrigo MartinsPISim
Tadeu AlencarPENão
Tenente LúcioMGSim
Tereza CristinaMSSim
Valadares FilhoSENão
Total PSB: 30   
PSC
Andre MouraSESim
Arolde de OliveiraRJSim
Eduardo BolsonaroSPSim
Gilberto NascimentoSPSim
Irmão LazaroBANão
Jair BolsonaroRJSim
Júlia MarinhoPANão
Pr. Marco FelicianoSPSim
Professor Victório GalliMTSim
TakayamaPRSim
Total PSC: 10   
PSD
André de PaulaPESim
Antonio BritoBANão
Átila LinsAMSim
Danrlei de Deus HinterholzRSSim
Delegado Éder MauroPASim
Domingos NetoCESim
Edmar ArrudaPRSim
Evandro RomanPRSim
Expedito NettoRONão
Fábio FariaRNSim
Fábio MitidieriSENão
GoulartSPSim
Herculano PassosSPSim
Heuler CruvinelGOSim
Irajá AbreuTOSim
Jaime MartinsMGSim
Jefferson CamposSPSim
João Paulo KleinübingSCSim
João RodriguesSCSim
Joaquim PassarinhoPASim
José NunesBANão
Júlio CesarPISim
Marcos MontesMGSim
Marcos ReateguiAPSim
Paulo MagalhãesBASim
Raquel MunizMGSim
Reinhold StephanesPRSim
Rogério RossoDFSim
Rômulo GouveiaPBSim
Sandro AlexPRSim
Stefano AguiarMGNão
Thiago PeixotoGOSim
Victor MendesMASim
Walter IhoshiSPSim
Total PSD: 34   
PSDB
Adérmis MariniSPSim
Arthur Virgílio BisnetoAMSim
Betinho GomesPESim
Bruna FurlanSPSim
Bruno AraújoPESim
Caio NarcioMGSim
Carlos SampaioSPSim
Célio SilveiraGOSim
Daniel CoelhoPESim
Domingos SávioMGSim
Eduardo BarbosaMGSim
Eduardo CurySPSim
Elizeu DionizioMSSim
Fábio SousaGOSim
Geovania de SáSCNão
Geraldo ResendeMSSim
Giuseppe VecciGOSim
Izalci LucasDFSim
Izaque SilvaSPSim
João Paulo PapaSPSim
Jutahy JuniorBASim
Lobbe NetoSPSim
Luiz Carlos HaulyPRSim
Mara GabrilliSPSim
Marco TebaldiSCSim
Marcus PestanaMGSim
Mariana CarvalhoROSim
Miguel HaddadSPSim
Nelson PadovaniPRSim
Nilson LeitãoMTSim
Nilson PintoPASim
Otavio LeiteRJSim
Paulo Abi-AckelMGSim
Pedro Cunha LimaPBSim
Pedro VilelaALSim
Raimundo Gomes de MatosCESim
Ricardo TripoliSPSim
Rodrigo de CastroMGSim
Rogério MarinhoRNSim
ShéridanRRSim
Silvio TorresSPSim
Vanderlei MacrisSPSim
Vitor LippiSPSim
Yeda CrusiusRSSim
Total PSDB: 44   
PSL
Alfredo KaeferPRSim
Dâmina PereiraMGNão
Total PSL: 2   
PSOL
Chico AlencarRJNão
Edmilson RodriguesPANão
Glauber BragaRJNão
Ivan ValenteSPNão
Jean WyllysRJNão
Luiza ErundinaSPNão
Total PSOL: 6   
PT
Adelmo Carneiro LeãoMGNão
Afonso FlorenceBANão
Ana PeruginiSPNão
Andres SanchezSPNão
AngelimACNão
Arlindo ChinagliaSPNão
Assis CarvalhoPINão
Benedita da SilvaRJNão
Beto FaroPANão
Bohn GassRSNão
CaetanoBANão
Carlos ZarattiniSPNão
Chico D´AngeloRJNão
Décio LimaSCNão
Enio VerriPRNão
Erika KokayDFNão
Givaldo VieiraESNão
Helder SalomãoESNão
Henrique FontanaRSNão
João DanielSENão
Jorge SollaBANão
José Airton CiriloCENão
José GuimarãesCENão
José MentorSPNão
Leo de BritoACNão
Leonardo MonteiroMGNão
Luiz CoutoPBNão
Luiz SérgioRJNão
Luizianne LinsCENão
Marco MaiaRSNão
MarconRSNão
Margarida SalomãoMGNão
Maria do RosárioRSNão
Nelson PellegrinoBANão
Nilto TattoSPNão
Padre JoãoMGNão
Patrus AnaniasMGNão
PaulãoALNão
Paulo PimentaRSNão
Paulo TeixeiraSPNão
Pedro UczaiSCNão
Pepe VargasRSNão
Reginaldo LopesMGNão
Robinson AlmeidaBANão
Rubens OtoniGONão
Ságuas MoraesMTNão
Valmir AssunçãoBANão
Valmir PrascidelliSPNão
Vander LoubetMSNão
Vicente CandidoSPNão
VicentinhoSPNão
Wadih DamousRJNão
Waldenor PereiraBANão
Zé CarlosMANão
Zé GeraldoPANão
Zeca do PtMSNão
Total PT: 56   
PTB
Adalberto CavalcantiPESim
Alex CanzianiPRSim
Arnaldo Faria de SáSPNão
Benito GamaBASim
Cristiane BrasilRJSim
DeleyRJNão
Jorge Côrte RealPESim
Josué BengtsonPASim
Jovair ArantesGOSim
Nelson MarquezelliSPSim
Nilton CapixabaROSim
Paes LandimPISim
Pedro FernandesMASim
Ronaldo NogueiraRSSim
Sabino Castelo BrancoAMNão
Sérgio MoraesRSNão
Wilson FilhoPBSim
Total PTB: 17   
PTdoB
Cabo DacioloRJNão
Luis TibéMGSim
Rosinha da AdefalALNão
Silvio CostaPENão
Total PTdoB: 4   
PTN
Ademir CamiloMGNão
Alexandre BaldyGOSim
Aluisio MendesMASim
Antônio JácomeRNNão
BacelarBANão
Carlos Henrique GaguimTOSim
Dr. Sinval MalheirosSPNão
Francisco ChapadinhaPASim
Jozi AraújoAPSim
Luiz Carlos RamosRJNão
Renata AbreuSPSim
Ricardo TeobaldoPESim
Total PTN: 12   
PV
Antonio Carlos Mendes ThameSPSim
Evair Vieira de MeloESSim
Evandro GussiSPSim
LeandrePRSim
Roberto de LucenaSPNão
Uldurico JuniorBANão
Total PV: 6   
REDE
Alessandro MolonRJNão
Aliel MachadoPRNão
João DerlyRSNão
Miro TeixeiraRJNão
Total REDE: 4   
Solidariede
Augusto CarvalhoDFNão
Augusto CoutinhoPESim
AureoRJNão
Benjamin MaranhãoPBSim
Carlos ManatoESNão
Delegado FrancischiniPRNão
Laercio OliveiraSESim
Laudivio CarvalhoMGNão
Lucas VergilioGOSim
Major OlimpioSPNão
Paulo Pereira da SilvaSPNão
Wladimir CostaPASim
Zé SilvaMG Não
Total Solidaried: 13