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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Conheça alguns fenômenos naturais espetaculares e pouco conhecidos


Pedras que se movem sozinhas, marés com cor de sangue, nuvens que parecem OVNIs e tornados de fogo são alguns exemplos de manifestações da natureza que enchem os olhos.

As clássicas maravilhas da natureza são enormes, famosas e difíceis de não perceber – cânions vastos, montanhas gigantescas, cataratas descomunais e coisas do tipo. No entanto, muitos dos fenômenos naturais mais fantásticos são, ao mesmo tempo, alguns dos menos perceptíveis, seja por suas condições raras de surgimento ou por sua localização remota.

Indo desde pedras que se movem sozinhas sem explicação plausível até tornados de puro fogo e fumaça que são mais destrutivos do que os incêndios que os originaram, listamos a seguir algumas das maravilhas mais belas, inspiradoras e, por que não, aterrorizantes da natureza.



1 – Rochas deslizantes

As misteriosas pedras ambulantes do deserto de lama batida do Vale da Morte, na Califórnia, são motivo de controvérsia científica há décadas. Elas são rochas de tamanhos e formatos variados, algumas pesando centenas de quilos, que chegam a se mover por quilômetros e mais quilômetros sem algum motivo aparente, deixando um rastro atrás de si.

Alguns cientistas chegaram a propor que uma combinação de ventos fortes e gelo na superfície pudesse ser responsável pelo fenômeno, mas isso não explica os casos de pedras que começam lado a lado e se movem em velocidades e direções distintas. Além disso, as contas dos físicos também não batem, já que seriam necessários ventos de centenas de quilômetros por hora para mover algumas das rochas.



2 – Basalto colunar

Quando um fluxo de lava espesso se resfria, ele acaba se contraindo verticalmente, mas rachando em sentido perpendicular à direção em que fluía. Esse fenômeno acontece com um grau de regularidade geométrica tão grande que, na maioria dos casos, ele forma uma surpreendente grade de projeções hexagonais que parecem até ter sido feitas por seres humanos.

Um dos exemplos mais famosos desse fenômeno é a Calçada dos Gigantes, na costa da Irlanda (que você pode ver nas fotos abaixo). Porém, a maior e mais reconhecida ocorrência talvez seja a Torre do Diabo, nos estado norte-americano do Wyoming. O basalto também toma formas distintas e igualmente fascinantes quando as erupções são expostas a correntes de ar ou à água.


3 – Buracos azuis

Essas manchas escuras são quedas gigantescas e abruptas na elevação subaquática que são perfeitamente visíveis da superfície quando olhamos de cima e comparamos sua tonalidade com a dos arredores. Essas cavernas podem ter centenas de pés de profundidade e algumas contêm fósseis que foram encontrados nas suas profundezas, completamente preservados.

Com o equipamento apropriado, mergulhadores são capazes de explorar esses ambientes profundos, mas a baixa taxa de oxigênio devido à má circulação da água faz com que haja pouquíssima vida nesses lugares, deixando-os assombrosamente vazios.



4 – Marés vermelhas

As marés vermelhas nada mais são do que influxos súbitos de enormes quantidades de algas coloridas de célula única, que juntas acabam deixando áreas inteiras de um oceano com uma coloração vermelho-sangue. Embora algumas delas sejam relativamente inofensivas, outras são portadoras de toxinas mortais que causam a morte de peixes, aves e mamíferos marinhos.



Em alguns casos, até mesmos seres humanos já sofreram os efeitos nocivos das marés vermelhas, mas não há nenhum caso conhecido de pessoas que tenham morrido por conta do fenômeno. Embora possam ser altamente nocivos em grandes conjuntos, os fitoplânctons que as constituem não são perigosos em pequenas quantidades.


5 – Círculos de gelo

Enquanto muitos podem ver esses círculos aparentemente perfeitos de gelo como motivo para teorias de conspiração, cientistas acreditam que eles sejam formados quando pedaços flutuantes de gelo são rodados por correntes circulares de água (conhecidas como eddies), formadas por fluxos fortes de água que passam por objetos sólidos.
Como resultado dessa rotação, outros pequenos pedaços de gelo se acumulam simetricamente nas beiradas do bloco até que ele se transforme em um círculo quase perfeito. Já foram encontrados locais com círculos de gelo com mais de 152 metros de diâmetro e até mesmo grupos dessas formações, com tamanhos idênticos ou diferentes entre si.

6 – Nuvens mammatus

Fazendo jus à sua aparência medonha, as nuvens mammatus costumam ser mensageiras de tempestades ou outros abalos atmosféricos que estejam a caminho. Compostas predominantemente por gelo, elas podem se estender por centenas de quilômetros em todas as direções, com formações individuais que aparentam ficar completamente paradas por entre 10 e 15 minutos.

7 – Dolinas

Conhecidas em inglês como sinkholes, as dolinas são um evento natural consideravelmente assustador. Com o passar do tempo, fluxos subterrâneos de água causam erosão no solo abaixo da superfície até que a terra acima ceda e desmorone para as profundezas, algumas vezes de forma bastante abrupta.

Muitas vezes, esse fenômeno acontece de forma natural, mas existem ocorrências causadas pela interferência humana, seja ao deslocar fluxos de água ou pela ação de tubulação rompida. Dolinas urbanas de grande profundidade já se formaram mundo afora, consumindo partes de quadras, calçadas e até mesmo prédios inteiros.

8 – Penitentes

Nomeadas em menção a monges do estado norte-americano do Novo México que usavam capuzes extremamente pontudos, as penitentes são incríveis lâminas de gelo de formação natural que crescem do chão em direção ao sol. Mais comumente encontradas em altitudes elevadas, elas podem se tornar mais altas que os seres humanos e tomar campos extensos, que ficam repletos de pontas geladas.

Enquanto o gelo vai derretendo, pequenos desníveis iniciais são formados entre partes distintas dos blocos gelados. Com o passar do tempo, essas diferenças de altura modificam a ação do vento no degelo e criam sombras que diminuem o efeito do sol, criando as pontas acentuadas.





9 – Nuvens lenticulares

Não, essas formações não são OVNIs – nem coberturas artificialmente criadas para camuflá-los. As nuvens lenticulares são fenômenos evitados por aviadores tradicionais, mas amados por pilotos de planadores. Elas são massas com uma forte corrente de ar ascendente que pode levar os aviões sem motor a grandes alturas, normalmente formadas quando ventos rápidos são desviados para cima ao passarem por um grande objeto terrestre, como uma montanha.









10 – Pilares de luz

Essas colunas luminosas de aparência quase sólida se projetam pelo céu quando a luz reflete em cristais de gelo por um ângulo preciso, seja vinda do sol (como vemos nas duas primeiras figuras abaixo) ou de fontes artificiais, como luminárias de ruas ou parques. Apesar de sua aparência maciça, o efeito dos pilares de luz é inteiramente criado pelo ponto de vista relativo dos observadores.





11 – Lua laranja

Embora a maioria das pessoas já tenha presenciado esse fenômeno ao menos uma vez na vida, poucos sabem o que faz com que o satélite natural do nosso planeta ocasionalmente apareça com cores alaranjadas em regiões baixas do céu.


Quando a lua aparece mais próxima ao horizonte, os raios de luz solar que são refletidos nela são forçados a atravessar uma camada muito maior da nossa atmosfera até nos atingir, o que faz com que apenas as luzes de espectros entre o amarelo e o vermelho nos alcancem, o que inclui o laranja.





12 – Parélios

Conhecidos em inglês como sundogs, esses pontos luminosos em volta do sol possuem um processo de formação parecido com os pilares de luz, baseado nos raios luminosos passando por cristais. O formato e a direção dos sólidos translúcidos podem causar uma forte alteração no impacto visual para os observadores, produzindo caudas maiores e mudando as cores que podem ser vistas.

A altura relativa no céu da nossa principal estrela faz com que os parélios apareçam mais próximos ou mais distantes do astro. Condições climáticas variáveis em outros planetas do Sistema Solar podem levar ao surgimento de auréolas com até quatro desses pontos a partir da perspectiva desses mundos. O fenômeno é discutido e avaliado desde tempos ancestrais, com registros escritos datando da época dos egípcios e gregos.

13 – Tornados de fogo

Eles aparecem no meio ou nos arredores de incêndios descontrolados quando ocorre uma convergência de condições favoráveis, e podem ser causados por outros eventos naturais, como terremotos e tempestades de raios.


Os tornados de fogo podem ser extremamente perigosos, muitas vezes avançando até grandes distâncias e causando destruição e morte em áreas que de outra forma não seriam tocadas pelas chamas. O fenômeno costuma ter cerca de 1,5 quilômetro de altura, gerar ventos de mais de 160 quilômetros e dura 20 minutos ou mais.

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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Fotos de ocasiões perfeitas e reais


Hoje trazemos a vocês 11 fotos de momentos da natureza tão perfeitos
que até parecem montagem. Confira!

1

Own

2

Espetacular!

3

Fascinantes e majestosos

4

Às vezes esquecemos-nos que leões são apenas gatos grandes

5

Para nos lembrar da nossa insignificância

6

Pura paz

7

Incrível e assustador ao mesmo tempo

8

Um caldeirão gigante

9

Uma rachadura no gelo pode ser deslumbrante

10

Que festa!

11

Campos de tulipas

Fonte das imagens: http://www.gagdonkey.com
.

domingo, 26 de fevereiro de 2017

O monopólio dos Correios




“Os Correios tiveram sua origem no Brasil em 25 de janeiro de 1663 e, desde então, vêm se modernizando e disponibilizando serviços de qualidade que correspondam às expectativas de seus clientes”. Esse texto abre a apresentação da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), estatal conhecida simplesmente por Correios. Em função do monopólio postal de que desfruta, das greves constantes de seus funcionários, da proteção contra a concorrência, é o caso de perguntar se a afirmação no site da empresa continua digna de crédito.

Historicamente, nas pesquisas de confiança popular, os Correios e o Corpo de Bombeiros sempre apareceram nas primeiras posições. O Corpo de Bombeiros continua lá, desfrutando da confiança e do apreço da população. Mas os Correios vêm sistematicamente jogando fora a credibilidade conquistada ao longo de décadas e, se lhe fosse aplicado o Código de Defesa do Consumidor, a empresa estaria no banco dos réus.

Não é lógico uma lei tão importante para defender o consumidor não ser aplicada a uma empresa do governo, sobretudo em se tratando de um monopólio, quando essa empresa simplesmente interrompe seu atendimento à sociedade ano após ano. O monopólio já é, na maioria dos casos, problemático, pois significa cassação do direito de produzir, espoliação do consumidor e proteção das ineficiências e mazelas da empresa com a qual é proibido concorrer. Quando uma empresa que funciona em regime de monopólio interrompe o atendimento à população, cria-se um problema que vai muito além da questão puramente econômica – imaginemos o que ocorreria se as empresas de energia ou saneamento deixassem a população sem luz ou sem água pelo tempo que os Correios costumam ficar em greve.

Milhões de pessoas e empresas estão sem receber cartas, pacotes, boletos de dívidas e outros documentos importantes; a greve, de tão rotineira, já nem rende mais manchetes na imprensa escrita e falada. O povo brasileiro se vê prejudicado sem que nenhuma autoridade trate o problema como emergência nacional, contando com a lamentável omissão da oposição política. Esse caos somente é possível porque até hoje o Congresso Nacional não regulamentou o direito de greve no serviço público e não se dispôs a acabar com o monopólio postal.

Não é preciso privatizar os Correios. O governo que continue com sua empresa estatal. Mas por que outras empresas não poderiam existir e competir com os Correios? O mais elementar direito do consumidor é o direito de escolha e o de buscar outro fornecedor quando a empresa entra em greve. Se a estatal for melhor que os concorrentes privados, os clientes poderão optar por ela, mas não por falta de opção e sim por conveniência. É absurdo atribuir a um monopólio estatal o transporte e a entrega de uma simples carta e proibir outras empresas de fazê-lo. A competição poderia beneficiar a própria empresa estatal, que seria obrigada a se modernizar, melhorar a gestão, ser eficiente e eliminar o desperdício e o descaso com o cliente.

Os Correios nunca tiveram seu monopólio contestado porque a história da empresa era outra. Outrora eficiente e confiável, ela detinha o apreço da população e seus serviços eram tidos como satisfatórios. Essa era acabou – as greves ajudaram nisso, mas é muito mais grave o loteamento político da estatal (vale lembrar que a denúncia do mensalão derivou justamente de uma CPI dos Correios). Se fosse uma empresa privada, submetida à competição, a falência já teria batido em suas portas.

O caos só não é maior porque algumas atividades dos Correios não são executadas em regime de monopólio, e os clientes podem buscar outros caminhos. Mas há muitos serviços dos quais os Correios são monopolistas. Antes que a população use mais esse motivo para sair às ruas, o governo e o Congresso Nacional deveriam começar a trabalhar para regulamentar a greve no serviço público e dar um fim no monopólio postal.

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sábado, 25 de fevereiro de 2017

Carnaval Tradição 2017












Quarenta agremiações entre escolas de samba, tribos indígenas, clubes de orquestra e ala ursas vão desfilar no Carnaval Tradição de João Pessoa este ano. A festa acontece na avenida Duarte da Silveira, na Torre, entre hoje, sábado (25) e segunda-feira (27). Em 2017 o desfile completa 103 anos.

Nos três dias de festa, o Carnaval Tradição irá contar com uma estrutura preparada pela Funjope com arquibancadas para o público, camarotes para jurados e uma tenda para portadores de deficiência. Vinte banheiros, sendo dois adaptados para deficientes, também vão ser instalados na Duarte da Silveira. Os desfiles começam por volta das 17h e se estendem até a meia-noite.

Entre os grupos que vão desfilar, cinco escolas de samba, dez tribos indígenas, oito clubes de orquestra e dez ala ursas estão sendo apoiados pelo Fundo Municipal de Cultura e foram contemplados com valores entre R$ 6,5 mil e R$ 20 mil, cada, totalizando R$ 329 mil de investimento público.

Escolas de samba desfilam na Avenida Duarte da
Silveira (Foto: Manoel Martiliano/Secom-JP)

Veja a programação completa

Sábado (25) a partir das 17h

Clube de Orquestra Adolescente Criança Feliz

Tribo Indígena Pele Vermelha do Cristo Redentor

Tribo Indígena Flecha Negra de Cruz das Armas

Clube de Orquestra Acorda Torre

Tribo Indígena Papo Amarelo Cruz das Armas

Tribo Indígena Tupi Guarani de Mandacaru

Clube de Orquestra São Rafael

Tribo Indígena Xavantes do Bairro dos Novais

Tribo Indígena Tupi Guanabara Águas Frias

Tribo Indígena Tupinambás de Mandacaru

Clube de Orquestra Piratas de Jaguaribe


Tribos indígenas também se apresentam (Foto:
Dayse Euzébio/Secom-JP)

Domingo (26) a partir das 17h

Clube de Orquestra Alegre do Frevo

Tribo Indígena Tupi Guanabara

Clube de Orquestra Dona Emília

Tribo Indígena Tabajara do Alto do Mateus

Clube de Orquestra Ciganos do Esplanada

Tribo Indígena Africanos do Cristo Redentor

Clube de Orquestra Bandeirantes da Torre

Escola de Samba Unidos do Róger

Escola de Samba Pavão de Ouro Bairro São José

Escola de Samba Império do Samba do Bairro do Róger

Escola de Samba Independente de Mandacaru

Escola de Samba Malandros do Morro do Bairro da Torre


Escolas de samba na Avenida Duarte da Silveira
(Foto: Manoel Martiliano/Secom-JP)

Segunda (27) a partir das 18h

Batucada Nova Liberdade

Batucada Águia de Ouro

Urso Infantil Gorila Louco

Urso Anos Dourados

Urso Jamaica

Urso Preto do SESI

Urso Alegria do Panda

Urso Amigo Batucada

Urso Celebridade

Urso da Paz

Urso Gavião

Urso Canibal

Urso Folião

Urso Cachorro Louco

Urso Sem Lenço e Sem Documento

Urso Panda

Urso Reboliço

Urso Santa Cruz

Urso Fiel

Urso Atrevido


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Como surgiu o Carnaval?


De onde vem o Carnaval? Alguns, erroneamente dizem até que foi a Igreja Católica que o inventou; nada mais absurdo.

Vários autores explicam o nome Carnaval, do latim “carne vale”, isto é, “adeus carne” ou “despedida da carne”; o que significa que no Carnaval o consumo de carne era considerado lícito pela última vez antes dos dias de jejum quaresmal. Outros estudiosos recorrem à expressão “carnem levare”, suspender ou retirar a carne.

Alguns etimologistas explicam as origens pagãs do Carnaval: entre os gregos e romanos costumava-se fazer um cortejo com uma nave, dedicado ao deus Dionísio ou Baco, o deus do vinho, festa que chamavam em latim de “currus navalis” (nave carruagem), de donde teria vindo a forma Carnavale. Não é fácil saber a real origem do nome.

Outras festas semelhantes aconteciam na entrada do novo ano civil (mês de janeiro) ou pela aproximação da primavera, na despedida do inverno. Eram festas religiosas, dentro da concepção pagã e da mitologia. Por exemplo, para exprimir o cancelamento das culpas passadas, encenava-se a morte de um boneco que, depois de haver feito seu testamento era queimado ou destruído. Em alguns lugares havia a confissão pública dos vícios, o que muitas vezes se tornava algo teatral, como por exemplo, o cômico Arlequim que, antes de ser entregue à morte confessava os seus pecados e os dos outros.

Tudo isso era feito com o uso de máscaras, fantasias, cortejos, peças de teatro, etc. As religiões ditas “de mistérios” provenientes do Oriente e muito difusas no Império Romano, concorreram para essas festividades carnavalescas. Estas tomaram o nome de “pompas bacanais” ou “saturnais” ou “lupercais”. Como essas festas perturbavam a ordem pública, o Senado Romano, no séc. II a.C., resolveu combater os bacanais e seus adeptos, acusados de graves ofensas contra a moralidade e contra o Estado.

Essas festividades populares podiam acontecer no dia 25 de dezembro (dia em que os pagãos celebravam Mitra (ou o Sol Invicto) ou o dia 1º de janeiro (começo do novo ano), ou outras datas religiosas pagãs.

Quando o Cristianismo surgiu encontrou esses costumes pagãos. Os missionários procuraram então cristianizar esses costumes, como ensinava São Gregório Magno, no sentido de substituir essas práticas supersticiosas e mitológicas por outras cristãs (Natal, Epifania do Senhor ou a Purificação de Maria, dita “Festa da Candelária”, em vez dos mitos pagãos celebrados a 25 de dezembro, 6 de janeiro ou 2 de fevereiro). Por fim essas festividades pagãs do Carnaval ficaram apenas nos três dias que precedem a Quarta-feira de Cinzas.

Infelizmente o Carnaval, sobretudo no Brasil, “descambou” para a dissolução dos costumes; nos bailes e nas Escolas de Samba aonde predominam o nudismo e toda espécie de erotismo.

Fonte: Por Prof. Felipe Aquino para o http://cleofas.com.br

A parada anual da Flor em Zundert (Países Baixos)


Todos os anos, em setembro, acontece em Zudert, uma pequena cidade de Netherlands, a parada anual da Flor. Nela desfilam majestosos e gigantescos carros alegóricos semelhantes aos utilizados no nosso país nos grandes desfiles de carnaval do Rio e São Paulo. Mais de 20.000 pessoas se mobilizam para assistir a este belo espetáculo. Confira: