Gráfica e Editora Moura Ramos: livros, revistas, embalagens, sacolas, agendas e impressos em geral.: Fevereiro 2015 Google+

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Ssssssssssss!

Navegando pela WEB encontramos uma bela coleção de imagens no Listal de celebridades trajando vestes que lembram peles de cobra. São várias fotos que foram utilizadas em diversas campanhas usando o tema. Confiram, Ssssssss!

Ashley Greene

Georgia May Jagger

Helen Flanagan

Jenna Dewan-Tatum

Jessica Szohr

Kelly Brook

Laura Vandervoort

Linda Evangelista

Mallika Sherawat

Ren Li Meng

Sigourney Weaver

28 de Fevereiro - Dia da Morte de Chiquinha Gonzaga

Compositora, regente e instrumentista brasileira
17/10/1847, Rio de Janeiro (RJ)
28/02/1935, Rio de Janeiro (RJ)
Chiquinha Gonzaga
Filha de uma mulata e de um militar de família abastada, Francisca Edwiges Gonzaga nasceu na época da escravidão e foi educada para ser uma dama. Enfrentou forte preconceito pois sua postura a colocava à frente de seu tempo, no entanto, realizou seu desejo de tornar-se compositora.
Revolucionou os costumes e a música popular da época.
Lutou pelo respeito aos direitos autorais; frequentou a vida boêmia tocando piano em grupos de choro, bailes e teatros, enquanto as mulheres daquele tempo ficavam em casa, cuidando da vida doméstica; introduziu o violão, instrumento até então considerado de malandro, nos salões do Rio de Janeiro; foi a primeira mulher a reger uma orquestra no país; e compôs a primeira música de carnaval, a marcha Ô Abre Alas (1899), que se tornou o seu maior sucesso e é tocada até hoje nos bailes carnavalescos do país.
Chiquinha Gonzaga cresceu ao som de polcas, maxixes, valsas e modinhas. Casou-se aos 16 anos, separando-se dois anos depois.
Com o filho ainda no colo, foi recebida pelo meio musical carioca. Sua primeira composição de sucesso foi a polca Atraente, de 1877, feita quando era integrante do conjunto Choro Carioca, no qual foi introduzida pelo flautista Antônio da Silva Calado.
Editada na véspera do carnaval, a música agradou ao público e levou suas composições populares para dentro dos salões cariocas. Em 1880, escreveu e musicou o libreto Festa de São João, que manteve inédito.
Em 1885, estreou como maestrina em parceria com Palhares Ribeiro, compondo a opereta em um ato A Corte na Roça. Compôs ainda A Filha de Guedes (1885), O Bilontra e a Mulher-Homem (1886), O Maxixe na Cidade Nova (1886) e O Zé Caipora (1887), entre 2 mil composições.
Fonte: www.klickeducacao.com.br

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Estantes de Livros Exóticas

Aproveitando que hoje é o dia nacional do livro didático, trazemos para vocês esta coleção de imagens de estantes de livros diferentes e exóticas. Confiram!

Bat estante!







Bom para quem tem poucos livros!

Muito legal essa aqui!!!


Cai não cai!?


Interessante! 

Imagina só ler nesse círculo de livros! Maravilhoso!


Super prática (para cabeceira), mas dá dó daquele livro aberto, haha!

Deve ser bom ler confortavelmente em uma destas :)

Está dá a sensação de que os livros serão esmagados, rsrs! 


Gostaram das estantes? Digam as suas opiniões!


Vírus de celular é igual a vírus de computador?

Vírus e outros tipos de malwares já são problemas bem conhecidos por quem utiliza os computadores. Porém, as ameaças, antes restritas aos desktops e notebooks, têm agora um novo alvo: o seu smartphone. Em número crescente, esses aplicativos atrapalham o desempenho dos gadgets e tentam roubar dados pessoais dos usuários. Mas será que os vírus de celular agem igual aos de computadores? Acompanhem este post elaborado pelo pessoal do TechTudo e saiba a resposta:

Smartphones estão cada vez mais expostos à vírus (Foto: Elson de Souza/TechTudo)

Diferenças entre infecções de computadores e de smartphones

Infecções ocorrem através da troca de dados
(Foto: Marlon Câmara/TechTudo)
Nos computadores, os programas são executados em diferentes níveis de seguranças dentro de camadas de atividades. Os mais importantes rodam em ambientes mais seguros e menos acessíveis do sistema operacional, já os menos essenciais ficam em um local mais exposto e sujeito à alterações.

É justamente na camada mais vulnerável que grande parte dos malwares começam a ser executados, podendo enviar cópias e estender suas ações a outros aplicativos, também situados neste grau de segurança. Já os programas mais agressivos conseguem burlar os níveis de segurança do sistema e se enraizar nas camadas importantes podendo comprometer o desempenho do computador e colocar em risco todo o seu funcionamento.

Enquanto isso, o processo de infecção é bastante diferente nos smartphones. Os sistemas Android e iOS possuem arquitetura com somente duas camadas: uma mais restrita, com as principais execuções e os apps nativos do sistema, e outra onde estão as informações, arquivos e programas baixados pelo usuário.

Quando um malware infecta um smartphone, suas ações irão se restringir ao nível mais exposto, limitando-se aos dados dos usuários e, raramente, tendo acesso às funções vitais do sistema. Porém, aparelhos desbloqueados via jailbreak ou root aumentam o risco de que malwares, mesmo inofensivos, comprometam as funções essenciais do sistema. 

Como acontecem as infecções? 

Atualmente, para contaminar seu smartphone com estas “pragas digitais” basta estar conectado a internet ou receber arquivos maliciosos por transmissões via bluetooth, SMS e MMS. Qualquer método que receba dados de outro aparelho é uma porta de entrada para estes programas danosos. A maneira mais segura para se utilizar o celular ainda é no “Modo Offline”. 

O Android é uma das plataformas mais vulneráveis
a malwares (Foto: TechTudo)
Grande parte dos malwares para celulares encontram-se nas próprias lojas oficiais de aplicativos, como a Google Play. No entanto, um relatório recente mostrou que essas ameaças começaram a circular via spams. Alguns desses programas, uma vez baixados, roubam seus dados e alteram configurações do sistema, com a possibilidade de enviar cópias de si mesmo ou de outros malwares por diferentes meios de transmissão de dados. 

As consequências de um smartphone infectado 

Um dos primeiros sintomas da presença de um malware, tanto em smartphones quanto computadores, é o comprometimento do desempenho do sistema. Devido às operações desses aplicativos nocivos, o processamento de dados do sistema passa a ter um maior gasto de memória, o que acaba por deixar o sistema mais lento, propenso a erros e congelamentos. 

Outro indício de “contágio” é o aumento significativo da transmissão de dados pela rede, além do envio de SMS, MMS, e-mails e outras mensagens pela internet sem o conhecimento dos usuários. 

Essas duas características são comportamentos padrões de malwares. Como foram desenvolvidos para roubar e transmitir dados, sejam eles imagens, contatos, relatórios de navegação na web e até informações bancárias, esses softwares acabam comprometendo o funcionamento de seu smartphone. 

Malware mais nocivos, no entanto, podem atrapalhar a performance do seu celular, interromper ou impedir ligações, podendo ainda contaminar outros aparelhos. Esses apps maliciosos são capazes também de transmitir mensagens, executar aplicativos, destruir o sistema operacional, aumentar o consumo da bateria de seu aparelho e até danificar o hardware.

Como se prevenir?

A primeira coisa a ser feita para manter o celular a salvo de aplicativos nocivos é estar atento aos dados enviados e recebidos pelo aparelho. Procure se assegurar sempre se os downloads tem uma procedência segura, observando comentários sobre comportamentos suspeitos e reclamações.

Os malwares também pode estar camuflado em vídeos, músicas, aplicativos e fotos enviadas por e-mails, SMS, MMS e em transmissões via Bluetooth. Portanto, confirme o conteúdo com a pessoa que lhe enviou o arquivo, antes de abri-lo.

Além desses cuidados, é bom ter em seu smartphone um bom antivírus para garantir que seu sistema está seguro e evitar futuras infecções. Nas lojas de aplicativos online, há uma boa quantidade de diferentes antivírus gratuitos, que poderão ser muito uteis na proteção de seu aparelho. 

Fique atento aos sites que visita, pois, caso seu celular não tenha um antivírus ou firewall, você estará mais sujeito a infecções por pequenos malwares que poderão abri portas para softwares mais perigosos. Lembre-se de agendar varreduras periódicas com os antivírus instalados em seu aparelho. Isso pode evitar o aparecimento de pequenos erros e impedir instalações que possam camuflar infecções mais sérias. 

Como os smartphones são dispositivos desenvolvidos para transmitir e receber informações de forma intensa, estes aparelhos se tornaram ambientes muito mais vulneráveis a vírus e malwares do que os computadores. Por isso, mantenha-se informado a respeito de novos tipos de infecções e sobre o funcionamento de seu smartphone. Caso seu celular esteja apresentando algum comportamento suspeito, instale ou troque seu antivírus e, se o problema continuar, leve-o a assistência técnica.

Fonte: TechTudo - Por DANIEL RIBEIRO

27 de Fevereiro - Dia Nacional do Livro Didático

Veja quais são os processos que compõem a produção do material indispensável à educação.
A complexidade da edição e produção do livro didático, muito maior do que a de outros tipos de obra, assim como as altas tiragens necessárias à sua viabilização, exige investimentos vultosos e aumenta significativamente o risco desse ramo editorial. Em consequência, as editoras organizam-se como empresas modernas.
Dispõem de profissionais de alto nível, de complexa estrutura organizacional, de ampla rede de distribuição e de tecnologia sofisticada.
A liberdade de escolha dos educadores estimula uma competição que resulta na disponibilidade de várias opções para professores e alunos e beneficia a melhoria da qualidade. Por isso, editores, autores e professores em sua imensa maioria veem o Livro Didático com respeito, reservando-lhe importante papel de apoio no processo educacional.
Produção do Livro Didático
Presente no dia-a-dia de alunos e educadores, o Livro Didático é fruto de um trabalho em conjunto que envolve diferentes equipes e profissionais das editoras. A equipe editorial é responsável por conceber e desenvolver as obras e é dividida em profissionais do texto, de arte e autônomos.
O processo de produção é resultado de inúmeras etapas, que duram três anos em média, desde a contratação da obra até sua impressão. Essas etapas, aqui bastante simplificadas, desdobram-se numa infinidade de pequenas tarefas, controles e cuidados para que as obras obtenham o melhor resultado possível.
As etapas principais são as seguintes:
1. O projeto
Profissionais da editora e autores definem as diretrizes básicas da obra como a estrutura, o conteúdo a ser desenvolvido, a proposta metodológica, a definição do público escolar a que se destina e a avaliação de viabilidade econômica. Nessa fase inicial, os autores elaboram textos experimentais que são submetidos à análise de qualidade e adequação textual de vários professores experientes.
2. A feitura dos originais
Trabalho desenvolvido pelos autores, acompanhados e apoiados por profissionais das editoras. É uma etapa lenta e meticulosa, que envolve avaliações e reformulações, até chegar-se à forma final.
3. Avaliação, preparação e edição de texto original
A equipe editorial, com apoio de assessores externos e sempre com aprovação final dos autores, trabalha para que o texto esteja correto, coerente, com linguagem adequada e adequado ao público da obra e à linguagem visual e gráfica a ser adotada.
4. Projeto gráfico
Pesquisa iconográfica e de referências para ilustrações - Profissionais de artes gráficas e de pesquisa iconográfica definem a linguagem visual coerente com a proposta da obra e atraente para o seu público, com ilustrações e fotos adequadas ao conteúdo a aos objetivos educacionais.
5. Produção editorial
Envolve todas as operações necessárias à organização dos originais para impressão: feitura das ilustrações, produções de fotos, mapas, gráficos e demais recursos visuais e diagramação do texto.
O editor responsável supervisiona cada etapa e apresenta a obra ao autor sempre que necessário, cabendo a ele a aprovação final do trabalho antes da impressão.
6. Produção gráfica
Na última etapa do processo de produção do livro, arquivos eletrônicos são emitidos para que os fotolitos sejam confeccionados. Inclui ainda a impressão e acabamento da obra, também, nesse caso, sob acompanhamento e supervisão de equipe especializada da editora.
Fonte: www.abrelivros.org.br

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Cores e Mensagens de Amor



Ilustrações, colagens, muitas cores e mensagens de amor. Nascido em 1979, o designer carioca Felipe Guga é dono de um estilo peculiar. Felipe sempre teve destaque por conta de suas colagens, linguagem em que acabou se encontrando como artista. Elas quase sempre trazem imagens de mulheres, são manuais e possuem um ar retrô e vintage. Por conta disso, ele já colaborou com grandes marcas como Ausländer e Redley.

Mas, sem desmerecer essas suas peças, hoje trazemos os traços coloridos que Guga tem feito ultimamente e postado em seu Instagram. Seus “rabiscos” mais recentes trazem desenhos simples, mas com cores vibrantes e recados positivos, o que tem chamado bastante a atenção das pessoas.

Felipe Guga conta que a série surgiu em resposta às dores de uma separação: “Senti necessidade de gerar um conteúdo 100% ligado a coisas livres e para cima. Queria colocar no mundo, um desenho ou uma frase que pudesse atingir outras pessoas e fazer vibrar, espalhando amor e luz. Por isso, escolhi materiais e canetas com cores flúor”.

A ideia deu tão certo, que ele já planeja um livro e uma mostra. Confira:



































Veja todo seu portfólio aqui. No Instagram: @ofelipeguga.