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terça-feira, 30 de setembro de 2014

30 de Setembro - Dia do Jornaleiro

A informação, nos dias de hoje, é um bem indispensável.
É através dela que norteamos nossas vidas, que sabemos o que acontece em mundos distantes do nosso. A informação, além de tudo, nos oferece entretenimento.
E não é só aos jornalistas e produtores de um jornal que devemos agradecer pelo fato da informação chegar até nossa casa. Devemos agradecer a milhares de profissionais que trabalham na distribuição dessa informação.
E quando tratamos de jornal impresso, estamos falando do jornaleiro.
O jornaleiro pode ser aquele que fica na banca de jornais, que vende todo tipo de material informativo periódico como jornais, revistas, palavras-cruzadas, apostilas etc.
Há aquele jornaleiro que, na maioria das vezes, são crianças ou adolescentes, que vendem jornais nas ruas ou em sinaleiros.
A profissão é reconhecida pelo ministério do trabalho e sua descrição está relacionada na Classificação Brasileira de Ocupações. O jornaleiro que fica em bancas e o que fica nas ruas estão incluídos como ambulantes
Fonte: UFGNet

30 de Setembro - Dia Mundial do Tradutor


A teoria de tradução de Lutero


No que se refere à tradução, o Renascimento é responsável pela formação das bases da tradutologia moderna, e, não por coincidência, pela produção das primeiras reflexões de maior envergadura sobre a arte da tradução: as mudanças que então aconteceram na Europa Ocidental incluem também a concepção e prática da tradução. Estas reflexões constituem, pois, as fontes primárias para a investigação da história da tradutologia moderna e da teoria tradutológica renascentista. Entre as mais representativas daquele período histórico europeu, se encontram as reflexões tradutórias de Lutero, ao lado de outras como as de Leonardo Bruni, Luis Vives, Étienne Dolet, Fausto da Longiano e George Chapman.

Da ingente obra do escritor alemão mais prolífico do século XVI, além de vários comentários em suas Tischreden, dois textos básicos expõem o pensamento de Martinho Lutero (em alemão, Martin Luther, 1483-1546) sobre a tradução: Sendbrief vom Dolmetschen (1530) e Summarien über die Psalmen und Ursache des Dolmetschens (1531). Estes textos, no entanto, apresentam não apenas sua concepção de tradução mas também alguns pontos centrais de sua teologia, ou melhor, os princípios diretores de sua tradução são oferecidos pela teologia. Tanto sua concepção lingüística como tradutológica se subordinam à sua concepção religiosa, ou, dito de outra maneira, a tradução da Bíblia só tem sentido dentro de uma perspectiva teológica (recordemos aqui os três princípios básicos da Reforma protestante: 1) a Bíblia como única regra, 2) só a fé salva, e 3) a universalidade do sacerdócio que faz com que cada homem possa e deva ler a Bíblia e interpretá-la).
A 'teorização' de Lutero sobre a tradução não se encontra de forma didática ou preceptiva em nenhum dos textos em que trata da questão; sua intenção primeira com a publicação do Sendbrief - seu principal texto sobre a tradução - não era escrever um 'manual' sobre como traduzir, mas justificar o processo de sua tradução do Novo Testamento. Por isso não é de estranhar que Lutero apresente sua concepção e prática da tradução não como um teórico secular o faria, mas como um homem de fé, e, ao mesmo tempo em que esclarece seu procedimento tradutório vai apresentando e defendendo alguns elementos fundamentais de sua teologia, como o da 'justificação pela fé' (sola-allein), em Sendbrief. É interessante observar neste texto como Lutero começa a argumentação sobre sua tradução com o exemplo de sola-allein, dentro de um princípio de tradução lingüístico-retórico, e como termina sua dissertação com o mesmo exemplo, porém agora dentro do princípio da hermenêutica teológica. Isso não é casual, nem apenas um recurso retórico e lógico-formal, mas talvez principalmente uma reiteração da doutrina básica do luteranismo.
Em seus escritos 'tradutológicos', Lutero trata exclusivamente da tradução de textos sagrados; na prática traduziu também fábulas de Esopo. Apesar disso, sua concepção pode estender-se a todo tipo de textos dada a universalidade e o valor de seus raciocínios. A grande diferença com respeito aos seus antecessores e o revolucionário do pensamento do Reformador é a abordagem de tipo comunicativo e suas implicações lingüísticas. Lutero advoga por uma tradução retórica (proprietas, perspicuitas, consuetudo…) e de estilo popular, não com fins estéticos mas comunicativos - a compreensibilidade do texto e o leitor -, salvaguardando sempre a mensagem divina. Lutero considerava indispensável o conhecimento das línguas e literaturas da Antigüidade para a prática de uma verdadeira teologia (Bocquet, 2000:50) e para o manejo da língua alemã: suas concepções lingüístico-filosóficas e teológicas se fundamentam nos progressos filológicos do Humanismo (Wolf, 1980:65). E nisso também se diferencia de anteriores tradutores da Bíblia, não só por haver produzido um texto realmente legível, mas também por trabalhar sobre os originais hebraico e grego (o que é uma característica humanista).
Numa de suas Tischreden (1532: II, nº 2771 a-b), define assim a tradução: Vere transferre est per aliam linguam dictum applicare suae linguae (A verdadeira tradução é a adaptação do que foi dito numa língua estrangeira à sua própria língua). O Reformador concedia grande importância ao meio cultural dos destinatários, por isso traduzia adaptando o texto à mentalidade e ao espírito dos homens de seu tempo a fim de dar a compreender as realidades históricas, culturais e sociais relatadas na Bíblia e próprias de uma sociedade distanciada no tempo e no espaço (Delisle/Woodsworth,1995:59). As diretrizes básicas de sua teoria da tradução são a hermenêutica teológica e a enunciação melhor possível do conteúdo na língua do receptor. Na prática, observa-se o predomínio de uma tradução que privilegia o texto na língua de chegada, mas que também admite estrangeirismos se a formulação do original expressa melhor o conteúdo da mensagem. Ainda que sua prática tradutória e seus comentários sobre a tradução enfatizem a tradução ad sensum, Lutero não afirma que esta seja melhor que a ad verbum, simplesmente declara ter-se servido das duas:
[…] daß wir zu weilen die wort steiff behalten, zu weilen allein den sinn gegeben haben (Luther 1955:139)[1].
1. A diretriz hermenêutica teológica
O Renascimento despertou para a importância da filologia na compreensão da literatura, e Lutero a aplicou aos escritos bíblicos, e os estudou em seus originais. A fé e o trabalho missionário levaram-no a buscar o máximo de compreensão dos textos portadores da mensagem divina, e de fidelidade na transmissão desta mensagem. Compreender para comunicar. A Bíblia deve explicar-se por si mesma, e ainda que tenha sido escrita por inspiração divina, é um livro histórico e deve ser investigado também enquanto literatura e língua num tempo e espaço dados. Embora Lutero não tivesse uma consciência materialista dos escritos sagrados, reconhece que
[…] uerbi intelligentia ex tota scriptura et circumstantia rerum gestarum petenda est. (WA 2:302, apud Wolf, 1980:104).[2]
A mensagem divina se esclarece quando é interpretada dentro de seu contexto.
So halten wir nun dafür, daß der Mensch gerecht wird ohne des Gesetzes Werke, allein durch den Glauben[3].
é a tradução de Lutero de "Arbitramur enim iustificari hominem per fidem sine operibus legis"[4] (da Vulgata de São Jerônimo). A inclusão da palavra sola-allein na tradução da Epístola aos Romanos (3,28) se justifica ao investigar o pensamento de São Paulo em todo seu conjunto. Diz respeito não apenas a uma questão de hermenêutica teológica mas também histórica e política relativa ao contexto de Lutero. Ao acrescentar a palavra allein em sua tradução, Lutero estaria assegurando a doutrina essencial do luteranismo, ou seja, de que o homem pode merecer o céu somente pela fé, sem necessidade de obedecer aos mandamentos da Igreja católica. Com apenas uma palavra, Lutero também põe em questão o valor da Igreja católica enquanto instituição.
A diretriz hermenêutica não é senão a interpretação dos textos bíblicos apoiada na teologia e nos instrumentais oferecidos pela filologia, ou seja, o conhecimento de culturas antigas e suas expressões lingüístico-culturais, e sua adaptação à cultura de chegada. No entanto, tudo isso seria muito pagão sem um dos principais requisitos do tradutor: ter fé. Um dos elementos fundamentais da teologia luteraniana é o da 'justificação pela fé': só a fé salva. Lutero quer que todos os homens descubram esta verdade de fé e de libertação, mas só podem descobri-la se puderem compreendê-la desde sua fonte e em sua fonte. E porque só poucos dos mortais adquirem um domínio das línguas bíblicas, a tradução da Bíblia deve ser fiel e inteligível a todos, o que só é possível se falar a mesma língua do leitor.
2. A diretriz lingüístico-retórica
A necessidade de produzir uma tradução legível e intelegível implica uma prática tradutória que, salvaguardando a mensagem, dá primazia à língua de chegada:
[…] nicht der sinn den worten, sondern die wort dem sinn dienen und folgen sollen (Luther 1955:132)[5].
O desejo que guiava a Lutero durante a tradução era de escrever num alemão puro e claro:
Ich habe mich des beflissen im Dolmetschen, daß ich rein und klar Deutsch geben möchte. […] und leider nicht allwege erreicht noch getroffen habe (Luther 1996:120;124)[6].
E o pensamento básico que o julgava era:
Ist das Deutsch geredet? Welcher Deutsche verstehet solches? Was ist aber das für Deutsch? Wo redet der deutsch Mann so? Der deutsche Mann redet so (1996:124)[7].
Para escrever num "reinen und klaren Deutsch" é necessário ter como medida a língua falada do povo: "so redet die Mutter im Haus und der gemeine Mann"[8]; uma língua vigorosa, direta e plástica. Lutero
[…] bevorzugt den verbalen Ausdruck statt der nominalen Aussage, er erlaubt sich Freiheiten in Wortstellung und Satzgliedfolgen, er verwendet Ellipsen und Modalpartikel. Auch im Rückgriff auf dialogische Elemente und in der Interpunktion als Sprechgliederung ist das Leitbild der mündlichen Kommunikation zu erkennen (Wolff, 1994:130)[9].
Traduzir em bom alemão supõe primeiramente a compreensão (filológica) do original e o domínio (retórico) da língua alemã:
Wer Deutsch reden will, der muß nicht den Ebreischen wort weise füren, sondern muß darauff sehen, wenn er den Ebreischen man verstehet, daß er den sinn fasse und denke also: Lieber, wie redet der Deutsche man inn solchem fall? Wenn er nu die Deutsche wort hat, die hiezu dienen, so lasse er die Ebreischen wort faren und sprech freh den sinn eraus auffs beste Deutsch, so er kan (1955:133)[10].
Os requisitos básicos para o domínio da língua alemã são:
a) reconhecer o que é o bom alemão ("Das heißt gutes Deutsch geredet"[11]); a medida é o homem comum ("so redet die Mutter im Haus und der gemeine Mann"[12]);
b) possuir um amplo vocabulário ("großen Vorrat von Wort haben"[13]);
c) possuir ouvido ("wenn eins [ein Wort] nirgendwo klingen will"[14]).
A tradução de Lutero, segundo ele mesmo, não foi apenas de tipo livre, mas também literal:
Doch hab ich wiederum nicht allzu frei die Buchstaben lassen fahren, sondern mit großer Sorgfalt samt meinen Gehilfen darauf gesehen, so daß, wo es etwa drauf ankam, da hab ich's nach den Buchstaben behalten und bin nicht so frei davon abgewichen (Luther 1996:128)[15].
Acima da boa produção textual na língua de chegada está a mensagem contida no original, e se a mensagem não se sustém mesmo no melhor estilo da língua de chegada, deve-se sacrificar o estilo e calcar o original:
Wiedderumb haben wir zu weilen auch stracks den worten nach gedolmetscht (Luther 1955:134)[16].
Em nome da fidelidade ao pensamento do original:
Darumb, daß an den selben worten etwas gelegen ist (Luther 1955:134)[17].
E pela fé:
Darumb müssen wir zu ehren solcher lere und zu trost unsers gewissens solche wort behalten, gewonen und also der Ebreischen sprachen raum lassen, wo sie es besser macht, denn unser Deutsche thun kan (Luther 1955:135)[18].
Se por un lado este procedimento literalista de Lutero recorda a posição jeronimiana de respeito à ordem das palavras, na prática se revela muito distinto. Lutero não está preocupado com a ordem das palavras mas com a melhor transmissão do conteúdo.
O Reformador justifica sua tradução por argumentos lingüísticos e por reflexões teológicas, e de sua postura enquanto tradutor se deduzem os requisitos básicos do bom tradutor: domínio lingüístico e formação teológica. Além disso é necessário prática e aptidão: Kunst, Fleiß, Vernunft, Verstand[19]. Os requisitos do bom tradutor não se resumem somente aos de ordem técnica e intelectual mas extrapolam para o âmbito do espiritual:
Es gehört dazu ein recht, fromm, treu, fleißig, furchtsam, christlich, gelehrt, erfahren, geübt Herz. Darum halt ich dafür, daß kein falscher Christ noch Rottengeist treulich dolmetschen könne (Luther 1996:128)[20].
Por isso, Lutero concebia a tradução como uma arte difícil, exigente e para poucos:
Was Dolmetschen für Kunst und Arbeit sei, das hab ich wohl erfahren. […] Es ist dolmetschen keineswegs eines jeglichen Kunst (Luther 1996:128)[21].
Podemos concluir esta breve análise da teoria da tradução de Lutero reiterando que sua inovação e importância consistem precisamente na sua característica humanista, ou seja, no uso da filologia e no trabalho sobre os originais a traduzir (diretriz hermenêutica teológica), e na produção de um texto retórico-literário na língua de chegada (diretriz lingüístico-retórica). A concepção de tradução de Lutero e o domínio de seus requisitos unidos à sua habilidade poética contribuíram para o incremento da diversidade de recursos expressivos da língua alemã, que evoluiu nos domínios da fonética, morfologia e principalmente léxico. Com sua tradução da Bíblia, Lutero conseguiu produzir
uma "nova prosa artística", que é única na escolha das palavras e construção da frase, no emprego de todos os meios estilísticos, na fluência, ritmo e sonoridade da língua (Wolff, 1994:132)[22].
Bibliografia
1. Literatura primária
Luther, Martin (1955): "Summarien über die Psalmen und Ursachen des Dolmetschens (1532)", in: Hans Volz (Hrg.) (1955): Ausgewählte deutsche Schriften, Tübingen, Max Niemeyer Verlag.
Luther, Martin. (1996): "Sendbrief vom Dolmetschen/Circular acerca del traducir", in: F. Lafarga (ed.) (1996): El Discurso sobre la Traducción en la Historia. Antología Bilingüe, Barcelona: EUB. Trad. de Pilar Estelrich.
2. Literatura secundária
Arndt, Erwin (1962): Luthers deutsches Sprachschaffen, Berlin: Akademie Verlag.
Bocquet, Catherine (2000): L'Art de la Traduction selon Martin Luther - ou lorsque le traducteur se fait missionaire, Arras: Artois Presses Université.
Delisle, Jean et Woodsworth, Judith (1995): Les traducteurs dans l'histoire, Ottawa: Université.
García Yebra, Valentín (1979): "Lutero, traductor y teórico de la traducción", in: Pedro Rocamora Valls (dir.) (1979): Arbor - ciencia, pensamiento y cultura, Tomo CII, nº 399, Madrid, S. 23-34.
Rener, Frederick M. (1989): Interpretatio - language and translation from Cicero to Tytler, Amsterdam-Atlanta: Rodopi.
Ribhegge, Wilhelm (1998): "Latein und die nationalen Sprachen bei Erasmus von Rotterdam, Martin Luther und Thomas More", in: Latein und Nationalsprachen in der Renaissance, Wiesbaden: Harrassowitz Verlag, S. 151-180.
Salzer, Anselm u.a.: Illustrierte Geschichte der Deutschen Literatur, Band I. Köln: Zweiburgen Verlag.
Schanze, Helmut (1999): "Problemas y tendencias en la historia de la retórica alemana hasta 1500", in: J. J. Murphy (ed.) (1999): La elocuencia en el Renacimiento - estudios sobre la teoría y la práctica de la retórica renacentista, Madrid: Visor. Trad. de Luisa Fernanda Aguirre de Cárcer, S. 133-155.
Tonin, Neylor (ed.) (1983): Lutero, Pecador e Evangelista de Jesus Cristo, Grande Sinal, revista de espiritualidade, nº 9/10, Petrópolis: Editora Vozes.
Wolf, Herbert (1980): Martin Luther - eine Einführung in germanistische Luther-Studien, Stuttgart: Metzler.
Wolff, Gerhart (1994): Deutsche Sprachgeschichte - ein Studienbuch, Tübingen/Basel: Francke Verlag.

Antologias Espanholas de Textos Clássicos sobre Tradução

Impulsionada pelo forte desenvolvimento da tradutologia ocidental a partir da segunda metade deste século, a historiografia da tradução redescobre em antigos e clássicos textos teóricos ou de reflexões sobre a tradução farto material de pesquisa. Prólogos, prefácios, introduções, leis, ensaios, comentários, críticas, dedicatórias e cartas que tratam da tradução, abrangendo um largo período de tempo, desde o século I a.C. até os últimos anos deste milênio, são reunidos em coletâneas. Muitos dos textos são apresentados em sua íntegra, outros em excertos. Se por um lado estas antologias geralmente não intentam apresentar a evolução da tradutologia através dos textos selecionados, por outro oferecem a possibilidade de acesso fácil a grandes pensadores e pensamentos sobre a tradução através dos tempos.
Os alemães e ingleses foram os primeiros a organizar este tipo de obras: J. Störig, em 1973, publica Das Problem des Übersetzens; T. R. Steiner, em 1975, English Translation Theory, 1650-1800. Depois deles, surgem tais antologias em vários outros países. Na Espanha, J. C. Santoyo publica, em 1987, Teoría y crítica de la traducción: antologías. E de 1994 a 1998 aparecem neste país outras quatro obras do gênero:
Textos clásicos de teoría de la traducción, Miguel Ángel Vega, editor. Madrid: 1994, Ediciones Cátedra.
Teorías de la traducción: antología de textos, Dámaso López García, editor. Cuenca: 1996, Ediciones de la Universidad de Castilla-La Mancha.
El discurso sobre la traducción en la história – antología bilingue, Francisco Lafarga, editor. Barcelona: 1996, EUB.
El tabaco que fumaba Plinio – escenas de la traducción en España y América: relatos, leyes y reflexiones sobre los otros, Nora Catelli e Marietta Gargatagli. Barcelona: 1998, Ediciones del Serbal.
À parte alguns poucos textos que se repetem nestas obras - como um de Cícero, um de Lutero, um de Luis Vives e mais alguns-, as seleções de textos são em sua maioria distintas e preciosas. “Seguramente la enumeración de todos los teóricos de la traducción sería el cuento de nunca acabar” (Larbaud apud Vega, p.13). Por isso, ao eleger dentre centenas de textos, os editores destas antologias usaram critérios de seleção tipo “humanista” (Vega, p. 14), ou, “aquellos textos que muestran más elocuentemente la forma de captar o definir a los otros en nuestra cultura ” (Catelli e Gargatagli, p. 19), ou, como admite López García em seu prólogo, “los criterios de selección y omisión no son siempre fáciles de explicar ni de resumir” (p. 23). O critério mais claro e coincidente destas antologias é a apresentação dos textos em ordem cronológica.
As principais características formais destas quatro antologias espanholas podem ser assim descritas:
Textos clásicos de teoría de la traducción, de Miguel Ángel Vega. 358 páginas, com 72 autores e 92 textos, de Cícero (46 a.C.) a A. V. Fedorov (1983). Consta também de uma introdução de mais de 50 páginas sobre a história da tradução no ocidente, 10 páginas de bibliografia e uma tabela sinótica da história da tradução a partir do Renascimento.
Teorías de la traducción: antología de textos, de Dámaso López García. 624 páginas, com 58 autores e 69 textos, de Cícero (46 a.C.) a Gianfranco Folena (1973). Possui um índice analítico e outro onomástico.
El discurso sobre la traducción en la história – antología bilingue, de Francisco Lafarga. É a primeira antologia bilingue, do gênero, na Espanha, com 498 páginas, 40 autores e 45 textos, partindo de Cícero (46 a.C.) até Larbaud (1913). Apresenta um índice onomástico.
El tabaco que fumaba Plinio – escenas de la traducción en España y América: relatos, leyes y reflexiones sobre los otros, de Nora Catelli e Marietta Gargatagli. É a única dentre estas antologias que apresenta a cada um dos textos com comentários e opiniões. 446 páginas, com 77 textos, desde Hasday Ben Saprut (século X) a Borges (1925). Inclui também um índice onomástico.
O conjunto destas antologias compõe seguramente um acervo indispensável aos interessados e estudiosos do tema, e os textos selecionados proporcionam em última análise conhecimentos sócio-culturais de como o Ocidente se posicionou em distintos momentos dos últimos 2000 anos frente a problemas lingüísticos e políticos quando da necessidade de interação entre poéticas e culturas, ultrapassando as expectativas de Vega (1994), para quem o objetivo de uma antologia dessa ordem é mostrar “al traductor ya en activo o el que todavía se está formando” que “lo que se dice en nueva fraseología y terminología es el heracliteano eterno retorno de la polémica: libertad/fidelidad, adaptación/traducción, imitación/versión … historia magistra vitae”, e que “sepa de dónde viene y adónde debe ir, para que no repita los mismos errores” (p. 14).
Fonte: www.pget.ufsc.br

30 de Setembro - Dia da Navegação


O homem, desde antes de Cristo, vem desenvolvendo técnicas e instrumentos para orientar-se durante o deslocamento de um ponto a outro para determinar sua posição e direção.

Na Antigüidade, no Mediterrâneo, os egípcios, fenícios, gregos e romanos utilizaram os conhecimentos dos ventos, reconhecimento dos astros, relevos e inscrições hieroglíficas para desenvolver técnicas de auxílio a orientação das "Naus" (embarcações da época). Criaram os pontos cardiais (Norte, Sul, Leste, Oeste), a rosa dos ventos em graus e as primeiras cartas de navegação usando o conceito de Latitude e Longitude.

No início da Idade Média, com o crescimento do comércio entre os povos, surgiu a bússola, desenvolvida pelos chineses dando início a técnica e a ciência de Navegar com um "rumo" e um "estimado".

No final do século XV, o navegador Italiano Américo Vespúcio e Cristóvão Colombo, na tentativa da primeira circunavegação às Índias, levaram a bordo um almanaque com uma lista de posições e eventos relacionados aos corpos celestes efetuados em Ferrara, Itália. Após vários dias no mar, observando os horários dos alinhamentos da Lua com Marte, Vespúcio calculou a distância que estavam de Ferrara e concluiu que não estavam nas Índias, mas em um novo Continente.

Este fato foi o marco do início da Navegação Astronômica, com o desenvolvimento do Sextante (instrumento utilizado para observar os astros), uma evolução do Astrolábio e do Quadrante.

Com a chegada do século XX dá-se início a uma nova ciência que revoluciona as técnicas e sistemas de navegação, a Eletrônica. Em 1912 surgiram os primeiros equipamentos de rádio-navegação que se desenvolveram rapidamente.

Com a II Guerra Mundial, veio o RADAR - Radio Detection And Ranging - que tem a capacidade de medir lapsos de tempo entre emissão/recepção de ondas de rádio, princípio utilizado, mais tarde, nas navegações via satélite.

Atualmente, o GPS (Global Positioning System, sistema de Navegação por Satélite com uma precisão de 1 metro para uso militar e 15 metros para uso civil) é o sistema de navegação mais moderno e de maior precisão e confiabilidade utilizado no mundo.

É também, amplamente usado por diversos segmentos como: agricultura, engenharia, competições esportivas, segurança, trânsito e outros.

Fonte: Revista Ciência Online

30 de Setembro - Dia da Secretária

Espírito prático, atenção minuciosa, pensamento rápido e visão antecipadora das fases que envolvem o trabalho em uma empresa ou escritório são algumas das habilidades necessárias ao exercício da profissão de secretária.

Cabe a ela assessorar e auxiliar diretores e gerentes no planejamento, na organização e no andamento da rotina diária do local onde atua. Assim sendo, cabe à secretária estar à frente da agenda dos executivos e dos cerimoniais.
Sua função inclui preparação e registro de reuniões, administração das informações que chegam por fax ou pela internet e o arquivamento de documentos importantes.
Outra habilidade exigida é conhecer bem a língua portuguesa. Quanto a idiomas estrangeiros, ter fluência em pelo menos uma outra língua faz a diferença.
O importante, no entanto, é gostar do que faz e fazê-lo bem. Feliz Dia da Secretária!
Para os interessados
Mais de um terço do tempo dedicado ao estudo para os que escolhem se formar em secretariado é voltado para o inglês, o espanhol, o português, o inglês técnico e a redação comercial em português. Outras matérias vistas são sociologia, filosofia, matemática e estatística.
No primeiro ano, o enfoque é para técnicas de secretariado, cerimonial, ética e relações públicas. Depois, a ênfase vai para as disciplinas ligadas à gerência de serviços, como administração em RH, psicologia aplicada, planejamento, administração financeira e marketing.
O aluno ainda aprende a trabalhar com softwares específicos para edição de textos, agendamentos, contabilidade, documentação e arquivo.
A duração média do curso é de três anos (formação superior), sendo obrigatório estágio de seis meses e a apresentação de um trabalho de conclusão.
Os cursos técnicos (com duração de 1 ano) também fornecem uma boa base e viabilizam que o aluno obtenha o registro para exercer a profissão.
Novas portas
Empresas de assessoria em secretariado é um ramo de negócios que vem crescendo muito. Trata-se de uma atividade promissora, principalmente em bancos estrangeiros, que sentem falta de pessoas com sólida formação nessa área.
Outro setor que vai bem é o de tradução e interpretação: profissionais que têm fluência em várias línguas são cada vez mais solicitados pelas empresas e conseguem muitas oportunidades de trabalho como free lancers.
O mercado se mostra bastante amplo. Um técnico em secretariado pode desenvolver projetos nas áreas comercial, industrial e de serviços, trabalhando em quase todos os setores da economia, desde pequenas a grandes corporações.
O antes... e o agora
O trabalho da secretária mudou muito com o decorrer do tempo. Se antes precisava ser uma exímia datilógrafa e fazer exatamente o que o chefe pedia, hoje ela assume uma posição mais independente, tomando decisões e peneirando o que deve ou não chegar às mãos da chefia. A datilografia e a taquigrafia sendo deixadas para trás e substituídas pelas novas tecnologias.
Outro aspecto que também mudou foi a clássica divisão de secretária júnior (iniciante), plena (meio de carreira) e sênior (executiva). Algumas empresas podem até usar as denominações, mas a verdade é que atualmente mesmo uma simples estagiária já pega um volume de trabalho compatível com o de uma profissional.
A moderna secretária é praticamente assessora da presidência ou diretoria para a qual trabalha. Além de gerenciar a qualidade das atividades que desenvolve na empresa, também administra a vida e a agenda particular dos executivos. Trata-se, portanto, de uma tarefa de extrema confiança, que exige discrição absoluta.
Diante disso, as palavras que poderíamos apontar como cruciais na rotina diária de uma secretária seriam: postura, discernimento e jogo de cintura.
Fonte: www.ibge.gov.br

30 de Setembro - Dia da Bíblia Católica

O nome "Bíblia" vem do grego "Biblos", nome da casca de um papiro do século XI a.C. Os primeiros a usarem a palavra "Bíblia" para designar as Escrituras Sagradas foram os discípulos de Cristo, no século II d.C.

Segundo a crença católica, a Bíblia ou Sagradas Escrituras, contém toda a revelação divina. Trata-se de uma coleção de Livros Sagrados que contém relatos desde a criação do universo (Gênese), até o que virá no Final dos Tempos.

Diz-se que as Sagradas Escrituras trazem ensinamentos divinos aos fiéis, e que por meio delas, Deus se comunicava e se comunica até os dias de hoje com os homens para se revelar, ensinar, guiar, repreender, exortar, instruir, encorajar.

A Bíblia é o livro mais vendido do mundo. Estima-se que foram vendidos 11 milhões de exemplares na versão integral, 12 milhões de Novos Testamentos e ainda 400 milhões de brochuras com extratos dos textos originais.

Foi a primeira obra impressa por Gutenberg, em seu recém inventado manual, que dispensava as cópias manuscritas. A primeira Bíblia em português foi impressa em 1748. A tradução foi feita a partir da Vulgata Latina e iniciou-se com D. Diniz (1279-1325).

Fonte: Religião Católica; Lagoinha

30 de Setembro - Dia do Churrasqueiro


Não se tem uma origem exata para o surgimento do churrasco, mas, acredita-se que os homens primitivos, após o domínio do fogo, já assavam a carne, para que esta ficasse mais macia.

Hoje em dia, este é um prato muito apreciado, típico na América Latina, principalmente na região dos Pampas (Rio Grande do Sul, Uruguai e Argentina), onde é preparado, preferencialmente com carne de gado temperada com sal grosso, assada em um bom fogo com carvão vegetal.

Mas, o fato é que, sem O Churrasqueiro não existe churrasco.

Hoje, dia 30/09, é o dia dele, essa figura ilustre que enfrenta as altas temperaturas e o cheiro de fumaça para nos oferecer uma boa carne assada.

Parabéns à todos os profissionais e amadores que cuidam desta atividade, que é praticamente uma arte!

Aproveite a data e reveja as dicas do Chef de Cozinha Sérgio com os segredos da costela bovina.


Mural feito de embalagens vira obra de arte

Os designers Gerlinde Gruber e Christine Strempel perceberam um forte potencial para transformar embalagens, que normalmente vão para o lixo, em arte. Criaram um fantástico mural com 8 x 4 metros feito por mais de 1700 peças de caixas de papelão.

O resultado é extraordinário e inspirador. O mural foi exibido pela primeira vez na feira Interpack 2014, em Düsseldorf, Alemanha. Confira as fotos do projeto.

(* Se desejar, clique nas imagens para ampliá-las)









segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Esculturas feitas de lixo

Hoje conheceremos o trabalho do artista plástica italiano Dario Tironi e as suas esculturas fantásticas feitas de sucata. Ele utiliza desde embalagens até brinquedos em suas obras. As suas esculturas foram premiadas pela Europa. É admirável ver coisas tão belas feitas praticamente de lixo.





29 de Setembro - Dia do Anunciante

Código de Ética dos Profissionais da Propaganda Outubro de 1957 - Define os princípios éticos que devem nortear a publicidade:
I. A propaganda é a técnica de criar opinião pública favorável a um determinado produto, serviço, instituição ou idéia, visando a orientar o comportamento humano das massas num determinado sentido.
II. O profissional da propaganda, cônscio do poder que a aplicação de sua técnica lhe põe nas mãos, comprometese a não utilizá-la senão em campanhas que visem ao maior consumo dos bons produtos, à maior utilização dos bons serviços, ao progresso das boas instituições e à difusão de idéias sadias.
III. O profissional da propaganda, para atingir aqueles fins, jamais induzirá o povo ao erro; jamais lançará mão da inverdade; jamais disseminará a desonestidade e o vício.
IV. No desempenho do seu mister, o profissional da propaganda agirá sempre com honestidade e devotamento com seus comitentes, de modo a bem servir a eles e à sociedade.
V. Nas relações entre os seus colegas, o profissional da propaganda pautará sua conduta pela estreita observância das definições, normas e recomendações relativas à ética da profissão, restringindo sua atividade profissional ao setor de sua escolha, assim elevando, pelo respeito mútuo, pela lealdade e pela nobreza da atitude, o nível da sua profissão no País.
I - DEFINIÇÕES
1. São considerados profissionais da propaganda somente os componentes, empregados e colaboradores das entidades mencionadas nos Artigos 2, 3, 4, 5 e 6 destas definições e cuja função seja exercida no SETOR DE PROPAGANDA da entidade.
2. O anunciante, também chamado cliente, é a entidade, firma, sociedade ou indivíduo que utiliza a propaganda.
3. A Agência de Propaganda é a firma organizada para exercer as funções definidas pela ABAP. e que realiza a propaganda para o cliente e promove negócios para os veículos de propaganda, que a reconhecem como tal e a ela pagam comissão.
4. Veículos de propaganda são os jornais, revistas, estações de rádio, TV, exibidores de cartazes e outras entidades que recebem autorizações e divulgam a propaganda, aos preços fixados em suas tabelas.
5. Representantes de veículos são organizações especializadas, ou indivíduos que tratam dos seus representados, em geral sediados em outras praças, dos quais recebem remuneração, e para os quais também contratam propaganda.
6. Corretor é o indivíduo registrado no veículo, onde funciona como intermediário da publicidade remunerada, estando sujeito à disciplina e hierarquia do veículo.
7. Publicidade remunerada pode ser ou não ser propaganda.
8. Comissão é a retribuição, pelos veículos, do trabalho profissional, devida exclusivamente às agências e aos corretores de propaganda. A comissão se destina à manutenção das agências e dos corretores de propaganda e não poderá ser transferida aos anunciantes.
II - NORMAS
9. Os veículos de propaganda reconhecem a necessidade de manter os corretores e as agências como fonte de negócios e progresso dos seus empreendimentos e, por isso, a eles reservam o pagamento da comissão com exclusão de quaisquer outros indivíduos ou entidades.
10. A tabela de preços é pública e igual para todos os compradores, dentro de iguais condições, incumbindo ao veículo observá-la e fazê-la observar por todos os seus agentes ou prepostos, cujo reconhecimento como tal poderá ser cancelado por infração deste dispositivo.
11. Aos veículos de propaganda fica naturalmente reservado o direito de dar ou não crédito à agência, não sendo lícito, porém, negar-lhe a comissão ou recusar-lhe a divulgação do anúncio quando pago à vista. Excetuem-se os casos em que a matéria não se enquadre dentro da ética ou quando a agência haja deixado de ser reconhecida pelo veículo, do que lhe deve ser dado aviso com 90 dias de antecedência.
12. A comissão percebida pelo corretor não é, necessariamente, a mesma concedida às agências que dão "delcredere" efetivo e fazem as cobranças das contas dos veículos aos anunciantes.
13. Todo trabalho profissional de propaganda faz jus à paga respectiva nas bases combinadas, na falta destas prevalecendo o preço comum para trabalhos similares. Em caso de dúvida poderá ser o preço avaliado por três profissionais indicados, a pedido, pelo presidente da ABP ou suas similares estaduais. É proscrita por desleal a prestação de serviços profissionais gratuitos ou por preços inferiores aos da concorrência, a qualquer título, excetuados, naturalmente, os casos em que o beneficiário seja entidade incapaz de remunerá-los e cujos fins sejam de inegável proveito social coletivo.
14. Os veículos faturarão sempre em nome dos anunciantes, enviando as contas à agências por elas responsáveis, para cobrança.
15. Com o objetivo de incentivar a produção de idéias novas de que tanto necessita a propaganda, presume-se sempre que a idéia pertence à Empresa criadora e não pode ser explorada sem que esta dela se beneficie.
16. É imoral deturpar ou apresentar de maneira capciosa elementos de pesquisa ou estatísticas. Recomenda-se também que sempre que tais dados sejam utilizados como elemento fundamental de persuasão, mencione-se sua fonte de origem.
17. O plágio, ou a simples imitação de outra propaganda, é prática condenada e vedada ao profissional.
18. O profissional de propaganda deve conhecer a legislação relativa a seu campo de atividade, e como tal é responsável pelas infrações que, por negligência ou omissão intencional, levar o cliente a cometer, na execução do plano de propaganda que sugeriu e recomendou.
19. O profissional de propaganda respeita as campanhas de seus competidores, jamais procurando destruí-las por atos, ou impedindo a sua divulgação. Nos textos que usa, exalta as vantagens dos seus temas, sem que isso envolva críticas ou ataques diretos ao competidor.
20. A propaganda é sempre ostensiva. A mistificação e o engodo que, escondendo a propaganda, decepcionam e confundem o público, são expressamente repudiados pelos profissionais de propaganda.
21. A obrigação do veículo para com o anunciante limita-se exclusivamente à divulgação da matéria autorizada no espaço determinado de acordo com as especificações técnicas ou o uso do tempo contratado pelo anunciante, não devendo este, de forma alguma, pretender influir na opinião do veículo. As obrigações mútuas são de caráter estritamente comercial.
22. É taxativamente considerada imoral a alegação do volume de verbas de propaganda, a fim de obter mudança de atitudes dos veículos, influenciar decisões ou conseguir vantagens não obtidas por outrem, em igualdade de condições.
III - RECOMENDAÇÕES
23. O profissional de propaganda que trabalha para uma determinada entidade não deve emprestar sua colaboração a outra empresa que, por vezes, está competindo com aquela que lhe paga o salário e lhe enseja a oportunidade de progredir na profissão.
24. Todos os profissionais de propaganda se comprometem, nos limites de sua competência, a assegurar, por suas ações, por sua autoridade e influência, o cumprimento deste Código, devendo empenhar-se pela neutralização dos menos escrupulosos que comprometem a seriedade da profissão.
25. É imoral, por prejudicar o povo, qualquer fixação de verbas de propaganda imposta por convênios, entre anunciantes, indicada direta ou indiretamente pelos sindicatos, associações, cartéis ou pelos Governos federal, estaduais ou municipais. Outrossim, a firma, representante ou vendedor que receber verbas, percentagem ou bonificações para propaganda, não poderá, sem quebra de honestidade comercial, deixar de aplicá-las em propaganda, quer dando-lhes outro destino ou, simplesmente, as incorporando aos seus lucros.
26. É imoral a utilização de idéias, planos ou material de uma Agência de Propaganda por parte do cliente que porventura dela se desligar, quer tal utilização seja feita diretamente, quer por intermédio de terceiros, sem consentimento prévio da Agência criadora.
27. A utilização da propaganda deve ser incentivada, pois ideal seria que todas as idéias, todos os serviços e todos os produtos fossem simultaneamente apregoados em todos os pontos do País, na mais livre concorrência, para a mais livre escolha de todos os cidadãos.
28. Recomenda-se que as Associações de Propaganda em cada cidade do País tomem a iniciativa de instituir comissão local de Ética de Propaganda, a qual terá como orientadores de suas normas os princípios estabelecidos neste Código.
Fonte: www.cenp.com.br

29 de Setembro - Dia Mundial do Petróleo

Hoje é dia de um produto orgânico importante na vida de todo mundo. O petróleo fornece quase a metade da energia utilizada no Brasil, como a gasolina, o querosene e o óleo diesel. 

Cerca de 70% do petróleo extraído no Brasil vem das plataformas marítimas. Mesmo assim, o país não é auto-suficiente na produção de petróleo. Nós também importamos cerca de 40% de todo o petróleo que consumimos.
O petróleo é um combustível fóssil e não-renovável, vindo da longa decomposição de matéria orgânica; com a constante exploração, suas reservas estão sendo esgotadas. Por isso, fontes alternativas de energia estão sendo pesquisadas, como a energia solar e eólica.
Devido ao provável esgotamento das fontes petrolíferas, o Oriente Médio, grande produtor de petróleo, se tornou uma região estratégica. Na década de 70, o monopólio do petróleo era tão grande pelos países do Oriente Médio, que eles resolveram aumentaro preço do barril e a economia mundial entrou em crise. O quadro deu início à primeira crise mundial do petróleo, em 1973.
Fonte: UFGNet

domingo, 28 de setembro de 2014

Redesigns de Embalagem

Apesar do que aparenta, design de embalagem não é tão simples como alguns pensam. Envolve multidisciplinas, além do design propriamente dito. Para cada embalagem é necessário um estudo do consumidor, do ponto de venda, do material que vai ser utilizado, ou seja, todo um planejamento.

Temos que, também, ter consciência que muitas vezes o consumidor escolhe o produto da gôndola pela sua beleza e praticidade. Vai dizer que você nunca fez isso?

Segundo Carlos Zardo (Diretor da Packing Design) e Fabio Mestriner (Professor Coordenador do Núcleo de Estudos da Embalagem ESPM), o ideal é fazer o redesign de qualquer produto de 2 em 2 anos, devido à necessidade de atualização e renovação das embalagens.

Sendo assim, selecionamos 7 redesign de embalagens, com o antes e depois, para vocês analisarem e se inspirarem! Reparem nas tendências!

Nutra Soy





The Little Chocolate Company





Edna



OX Brand





Jaffo



Lil-Lets



Boot First Aid






28 de Setembro - Lei do Ventre Livre

( 1871 ) A Assembléia Geral Decreta:

Artigo 1º. Os filhos da mulher escrava, que nascerem no Império desde a data desta lei, serão considerados de condição livre.
§ 1º. Os ditos filhos menores ficarão em poder e sob a autoridade dos senhores de sua
s mães, os quais terão a obrigação de crial-os e tratal-os até a idade de oito anos completos.
Chegando o filho da escrava a esta idade, o senhor da mãe terá a opção ou de receber do Estado a indenização de 600$000, ou de utilizar-se dos serviços do menor até a idade de 21 anos completos.
No primeiro caso o Governo receberá o menor e lhe dará destino, em conformidade da presente lei.
A indenização pecuniária acima fixada será paga em títulos de renda com o juro anual de 6%, os quase se considerarão extintos no fim de 30 anos. A declaração do senhor deverá ser feita dentro de 30 dias, a contar daquele em que o menor chegar á idade de oito anos; e, se a não fizer então, ficará entendido que opta pelo arbítrio de utilizar-se dos serviços do mesmo menor.
§ 2º. Qualquer desses menores poderá remir-se do ônus de servir, mediante prévia indenização pecuniária, que por si ou por outrem ofereça ao senhor de sua mãe, procedendo-se
Fonte: www.senado.gov.br

28 de Setembro - Dia da Mãe Preta

Por um lado, prevalece há séculos a noção convencional da Mãe Preta construída pela sociedade racista: um símbolo de subordinação, abnegação e bondade passiva.
Por outro lado, surge o retrato da mulher negra construído por ela própria na ação social, na militância política e na vivência cultural.

Mãe Preta ( Autor: José de Freitas (1889-1984)

Foram muitos "nenéns" que se amamentaram
Pretos e brancos, todos recém-nascidos 
Dos brancos até doutores se formaram
São irmãos de leite, porém desconhecidos.
Na Senzala à tarde faziam oração 
Para agradecer a Deus o trabalho do dia, 
E para "Mãe Preta" com fé e boa intenção
Encerrava-se a reza com a "Ave Maria":
Um monumento por filhos desconhecidos:
Até em ouro poderiam erigi, 
Em troca dos afagos também recebidos 
De quem muitas das noites passou sem dormir.
Salvem mães pretas escravas santas 
Que por Deus serão sempre abençoadas,
Já deram vidas à muitas crianças 
Até mesmo à crianças enjeitadas. 
Mãe preta de nome bem aventurado,
Representando a santa mãe Universal.
Sois digna de uma data feriado
Com bandeira hasteada e hino Nacional.
Fonte: Unicamp

sábado, 27 de setembro de 2014

27 de Setembro - Dia do Encanador

Pouca gente hoje em dia pensa em se tornar encanador. Simplesmente porque essa profissão não faz parte dos sonhos da maioria das pessoas. Poucas instituições oferecem cursos nessa área como alternativa para o futuro.

A informática e as artes, afinal, parecem sempre ser o melhor investimento.

Mas, atenção, porque o mundo todo pode estar redondamente enganado: é fato que existem ofertas de emprego na área da construção civil e a população reclama da dificuldade para se encontrar um bom encanador.

Por fazer parte de um mercado forte de empregos - o da construção civil - o encanador precisa estar sempre se atualizando com os avanços do setor.

Fazer um curso de segurança no trabalho é requisito básico na profissão. O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) oferece curso sobre o assunto.

O Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre) também está desenvolvendo uma série de cursos rápidos para a formação de encanadores e eletricistas, em parceria com o Senai.

O nome do recém-formado ainda é cadastrado em um banco de dados para que interessados em contratar esse tipo de mão-de-obra tenham como obter referências.

O encanador é um profissional extremamente importante.

É responsabilidade dele fazer instalações de sistemas de tubulações para possibilitar a condução de ar, água, gás, vapor, petróleo e outros fluidos, a indústria, residências e outros locais, assim como a implantação de redes de esgotos e outras similares.

Fonte: Sebrae