Gráfica e Editora Moura Ramos: livros, revistas, embalagens, sacolas, agendas e impressos em geral.: Janeiro 2013 Google+

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Apple disponibiliza atualização para o iOS 6.1

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POR -  do gizmodo

O iOS 6.1 está disponível e pronto para você baixar. É uma atualização relativamente menor, que inclui suporte LTE para mais operadoras, a compra de ingressos de cinema pelo Siri e a possibilidade de baixar músicas individuais do iCloud pelo iTunes Match. Para os brasileiros, quase nada novo. A Apple também disponibilizou uma API melhorada para desenvolvedores, tornando mais fácil integrar o banco de dados do Apple Maps em outros apps, se você quiser fazer isso por algum motivo. E, se você tiver uma Apple TV, ganhará uma nova capacidade de usar teclado Bluetooth.
A atualização está disponível para iPad, iPhone, iPod Touch e Apple TV. [9to5Mac]

Tratamento e exportação de imagens com qualidade

O tratamento e a exportação de imagens para impressão é um desafio em muitos casos. Como fazer com que aquela imagem, foto ou gráfico fiquem com ótima resolução e o material tenha excelente qualidade? Existem alguns itens básicos, mas importantes, a serem considerados.

Primeiramente, vamos falar sobre pixels. Os pixels são, basicamente, pontos que formam aquela imagem que nós vemos nos materiais impressos e também nos digitais. Toda a imagem é formada por esses pontinhos. Quanto mais pontos (pixels) a imagem tiver, melhor resolução ela terá. Mas não é tão simples assim. Uma imagem com resolução demais pode prejudicar o material impresso e também o digital, assim como uma imagem com poucos pixels.

Exemplo de visualização de tipos de pixels:
A resolução adequada de pixels que se aconselha utilizar em uma imagem para um material impresso é 300 dpi’s.
DPI é uma sigla que significa Dots Per Inch, ou Pontos Por Polegada. Os “pontos” são os “pixels”.
Porém, se você exportar uma imagem com mais de 300 dpi’s (utilize no máximo 400 dpi’s), o arquivo ficará muito grande em megabytes. Quando você for enviar esse arquivo para impressão ele demorará muito e, em alguns casos, o procedimento nem ao menos será finalizado devido ao tamanho do arquivo.
Exemplo de pixels digitais e impressos:
Já, em relação às imagens digitais (que vemos na internet, por exemplo), a resolução básica que utilizamos é 72 dpi’s. Não há nenhuma necessidade de produção de imagens com resolução maior do que esta. Por exemplo: se você vai abrir um blog que tenha quarenta imagens, e cada uma delas tiver 300 dpi’s, a página vai demorar muito para ser carregada. E provavelmente você não terá paciência para esperar todas as quarenta imagens serem abertas. Isso acontece porque quanto mais pixels uma imagem tiver, maior será o tamanho do arquivo em megabytes. Portanto, essas imagens levarão um tempo muito maior para serem carregadas.

Exemplos de uma mesma imagem com várias resoluções diferentes:
Mas, o nosso foco é a impressão. Então vamos falar dela. Comentamos aqui sobre as imagens digitais porque utilizamos essas imagens em nossos materiais que serão impressos. Alguns profissionais compram arquivos em bancos de imagens ou copiam imagens não inclusas na lei dos direitos autorais, e nem sempre essas imagens estão com uma resolução adequada para a impressão.
É nesse momento que você deve tomar muito cuidado! Como já vimos nesse artigo, as imagens digitais, como as que salvamos a partir da internet, normalmente estão com resolução de 72 dpi’s. Como a imagem para ser impressa deve estar com 300 dpi’s, isso certamente causará problemas. O resultado é que a imagem ficará com resolução baixa, e a qualidade do material será muito inferior à desejada.
Então, a primeira coisa que você deve fazer antes de montar a sua arte é obter uma imagem que seja grande o suficiente para ter ótima qualidade na impressão.
Quando você precisa exportar imagens para o formato JPG também deverá prestar muita atenção nas configurações da exportação. O cuidado com a resolução é fundamental. Se você quer imprimir essa imagem exporte-a com 300 dpi’s de resolução. Mas atenção! Se você exportar um arquivo com 300 dpi’s, mas a imagem usada no arquivo tiver resolução menor do que essa (como 72 dpi’s, por exemplo), o seu trabalho será em vão. O seu material sairá com baixa qualidade.
Um programa de desenho vetorial como o Corel Draw, por exemplo, é bastante útil nessas horas. Um desenho vetorial pode ter o seu tamanho aumentado e diminuído infinitas vezes, sem prejudicar a resolução em seu resultado final. No caso, a imagem pode ser produzida por você ou baixada de algum site na internet. Da mesma forma, como em qualquer outro programa, se você for exportar em JPG uma imagem para impressão, deverá exportá-la com 300 dpi’s de resolução.

Para ver se a sua imagem tem boa resolução para ser impressa

Aquela imagem que você salva a partir da internet, por exemplo, pode ser testada para verificação de como ela ficará no arquivo final a ser impresso. Siga os seguintes passos:
1) Abra o Corel Draw e crie um novo arquivo (ou abra o arquivo padrão) no qual você fará a sua arte a ser impressa.
2) Insira no arquivo a imagem que você quer usar.
3) Vá até o menu, clique em Bitmaps e em seguida Reamostrar.
4) Selecione todas as opções das caixas de seleção e altere a resolução para 300 dpi. Depois, dê OK.
5) Verifique qual o tamanho que ficou a sua imagem. Veja o resultado do procedimento com a nossa imagem de exemplo.
Note como a imagem ficou muito menor do que o tamanho do arquivo. A imagem está com 300 dpi, mas está extremamente pequena. Você pode aumentá-la, mas é aí que está o problema. Se você fizer isso, a qualidade de imagem na impressão ficará muito ruim.
Reescalamos a nossa imagem de exemplo para preencher o fundo do documento. Veja só como ficou.
Olhando mais de perto você perceberá a perda de resolução da imagem.
Percebeu como a imagem está toda “quadriculada”? É porque a resolução está muito baixa. Pegamos uma imagem da internet, inserimos no Corel Draw e reescalamos a imagem. O resultado não foi nada agradável.
Sempre que você tiver dúvidas se aquela imagem que você tem ficará com boa resolução ou não, realize esse procedimento que descrevemos acima. Para que o material impresso fique com uma ótima qualidade a imagem precisa ser bastante grande. Na dúvida, teste.
Seguindo essas dicas básicas o seu trabalho com certeza ficará muito melhor e mais satisfatório. Tanto para você como para o seu cliente.

Por Alexandre Bigaiski da Gráfica CDC

31 de Janeiro - Dia Mundial do Mágico

A arte de iludir já foi chamada de escapismo e cria ilusões que surpreendem, escapam à lógica e enganam os nossos sentidos, em geral a visão. 

Por isso, se diz que as mãos de um mágico devem ser mais rápidas do que os olhos de quem está assistindo ao número.
Esta data foi escolhida em homenagem a São João Bosco, padroeiro dos mágicos, falecido em 31 de janeiro de 1888.
Conta-se que, quando menino, ele ajudava a família trabalhando como acrobata, malabarista e mágico.


Mas quem popularizou a arte foi Harry Houdini (1874-1926), o mais famoso mágico de todos os tempos.
Sua habilidade impressionante para libertar-se de algemas e correntes, até debaixo d’água, entre outros truques, conquistou grandes platéias em todo o mundo.
O pai da mágica no Brasil é João Peixoto dos Santos (1879-1946). Mineiro da cidade de Formiga, aprendeu a técnica com mágicos árabes que viajavam pelo país. Aos 19 anos, foi estudar mágica em Paris, França.
É autor de várias obras sobre o tema.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Correios se preparam para virar operadora de telefonia

Empresa estatal segue modelo adotado em Portugal e Itália

Histórias sobre os Correios se tornarem uma empresa de telefonia existem há pelo menos dois anos. De acordo com o presidente da estatal, Wagner Pinheiro, esta realidade está cada vez mais próxima. Ele planeja que a operadora dos Correios deve entrar em atividade até o fim deste ano.
A agência de notícias do governo federal informa que os Correios querem “ampliar o acesso a serviços para a população que tem mais dificuldade”. A operadora da empresa estatal seguiria os mesmos moldes de Operador Virtual de Telefonia Móvel (MVNO) determinado pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Em vez de comprar radiofrequências e uma cara infraestrutura, os Correios vão utilizar os tubos das operadoras tradicionais para ofertar o serviço.
Itália e Portugal possuem serviços oficiais de correios com a diversidade de serviços que os Correios brasileiros decidiram correr atrás neste ano.

Noticiamos no ano passado que a seguradora Porto Seguro se lançou como primeira operadora virtual do país. Entretanto, a companhia utiliza a categoria de MVNO para habilitar equipamentos próprios que normalmente são ofertados junto com outros serviços de seguros.
As operadoras Claro, Oi, TIM e Vivo, entre outras, possuem redes de telefonia que se espalham pelo país. Os Correios e demais MVNOs podem comprar a ociosidade no varejo em um negócio do tipo B2B (Business to business). Dessa forma, como bem nota o Brasil Econômico em reportagem do ano passado, a estatal sairia das cartas diretamente para os celulares dos brasileiros. “Estamos agregando valor à marca e vamos contribuir para a inclusão digital”, disse um executivo ao jornal.
Os Correios são a maior empresa de logística da nação. Entregam 35 milhões de objetos diariamente, totalizando 9 bilhões por ano. O Sedex é um enorme sucesso e um dos motivos pelos quais lojas virtuais como Mercado Livre sobrevivem. Agora querem ir além ao ofertar acesso à informação por meio da telefonia.

30 de janeiro - Dia da Não Violência


Dia da Não Violência - Homenagem a Mahatma Gandhi

Em homenagem a Mahatma Gandhi a ONU criou o dia da não violência. Esse grande nome da história já tem em seu nome algo que mostra a sua sabedoria Mahatma significa A Grande Alma em sânscrito (é uma língua da Índia). Então como sempre é bom falar sobre a não violência e sobre a paz vamos mostrar algumas frases de Gandhi e outras mensagens de paz.

frases de mahatma gandhi
A não violência nunca deve ser usada como um escudo para a covardia. É uma arma para os bravos - Gandhi

Não há nada bom nem mau a não serem estas duas coisas: a sabedoria que é um bem e a ignorância que é um mal - Frase de Platão

Leia também Mensagens e Frases de Paz e outros Pensamentos e Frases de Mahatma Gandhi

A minha preocupação não está em ser coerente com as minhas afirmações anteriores sobre determinado problema, mas em ser coerente com a verdade - Frase de Gandhi

Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver - Dalai Lama

Aquele que não é capaz de governar a si mesmo, não será capaz de governar os outros - Frase de Gandhi

Pouco importa o julgamento dos outros. Os seres são tão contraditórios que é impossível atender às suas demandas, satisfazê-los. Tenha em mente simplesmente ser autêntico e verdadeiro - Frase de Dalai Lama

Frases Dalai Lama
Frases Dalai Lama


A paz não pode ser mantida à força. Somente pode ser atingida pelo entendimento - Frase de Albert Einstein

Veja também:
Provérbios e Sabedoria Chinesa: Pensamentos e Frases de Confúcio
Frases e Mensagens de Sabedoria - Pessoas Incríveis
Frases e Provérbios Japoneses - Sabedoria Oriental

A prisão não são as grades, e a liberdade não é a rua; existem homens presos na rua e livres na prisão. É uma questão de consciência - Ghandi

A grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo que seus animais são tratados - Mahatma Gandhi.
FONTE:  FRASES CURTAS

30 de Janeiro - Dia da Saudade


A palavra Saudade traz em si, diversos significados que podem ser interpretados de acordo com o contexto onde é aplicado. Sua origem encontra-se no Latim, Solitate, e se pesquisada, descobriremos que a conotação contemporânea distanciou-se da original. Saudade não mais se refere ao sentimento de solidão preservado em variações de línguas românicas como o espanhol: soledad e soledat.
Sobre a saudade, podemos encontrar definições como "Sentimento mais ou menos melancólico de ausência, ligado pela memória à situações de privação da presença de alguém ou de algo, de afastamento de um lugar ou de uma coisa, ou à ausência de certas experiências e determinados prazeres já vividos e considerados pela pessoa em causa como um bem desejável"; ou "Lembrança nostálgica e, ao mesmo tempo, suave, de pessoa ou coisa distante ou extinta. Pesar pela ausência de alguém que nos é querido". Como sinônimos, encontramos Lembrança e Nostalgia.
Em 30 de janeiro celebra-se o "Dia da Saudade". Na gramática Saudade é substantivo abstrato, tão abstrato que só existe na língua portuguesa. Os outros idiomas têm dificuldade em traduzi-la ou atribuir-lhe um significado preciso: Te extraño (castelhano), J'ai regret (francês) e Ich vermisse dish (alemão).
No idioma inglês encontramos várias tentativas: homesickness (equivalente a saudade de casa ou do país), longing e to miss (sentir falta de uma pessoa), e nostalgia (nostalgia do passado, da infância). Mas todas essas expressões estrangeiras não definem o que sentimos.
São apenas tentativas de determinar esse sentimento que nós mesmos não sabemos exatamente o que é. Não é só um obstáculo ou uma incompatibilidade da linguagem, mas é principalmente uma característica cultural daqueles que falam a língua portuguesa.

Saudade não tem cor, mas pode ter cheiro. Não podemos ver nem tocar, mas sabemos o quanto é grande. Pode ser o sentimento que alimenta um relacionamento amoroso ou apenas o que sobra dele. Pode ser uma ausência suave ou um tipo de solidão. Pode ser uma recordação daquele momento e daquela pessoa, que um dia, mesmo sabendo ser impossível, ousamos querer reviver e rever. É a dor de quem encontrou e nunca mais encontrará, de quem sentiu e nunca mais voltará a sentir. A saudade se combina com outros sentimentos e procria-se. A soma da saudade com a solidão é igual a Dor. O resultado da saudade com a Esperança é a Motivação.
Saudade é uma só, em diferentes palavras. É comum encontrá-la grafada nas lápides em alusão a dor da ausência provocada pela morte. Mas na Literatura e na Música é um tema crônico. É quem arquiteta a estrofe e conduz o tom. Não importa o gênero literário ou o estilo musical, não importa o autor, a época ou a situação.
Casimiro de Abreu versificou sua saudade da infância: "Oh! que saudades que eu tenho / Da aurora da minha vida / Da minha infância querida / Que os anos não trazem mais!". Álvares de Azevedo antecipou a saudade mortal: "Se eu morresse amanhã, viria ao menos / Fechar meus olhos minha triste irmã / Minha mãe de saudades morreria / Se eu morresse amanhã!". A poetisa portuguesa, Florbela Espanca, também registrou sua saudade: "E a esta hora tudo em mim revive / Saudades de saudades que não tenho... / Sonhos que são os sonhos dos que eu tive...".
O Rock brasileiro transformou a saudade numa de suas bandeiras. Renato Russo cantou: "nessa saudade que eu sinto / De tudo que eu ainda não vi". Ainda nas canções de Renato: "dos nossos planos é que tenho mais saudade". Entre o Rock e a MPB, Cazuza, declarou: "Saudade do que nunca vai voltar / E dos amigos que se foram / Eu hoje estou com saudade". Tom Jobim e Vinícius de Moraes compuseram: "Chega de saudade / A realidade é que sem ela não há paz...".
Saudade é um registro fiel do passado. É a prova incontestável de tudo que vivemos e ficou impresso na alma. Ao confessarmos uma saudade, na verdade, estamos nos vangloriando de que, ao menos uma vez na vida, conhecemos pessoas e vivemos situações que foram boas, e serão eternas em nossa alma. Nutri-la, é alimentar o espírito e a própria existência.
Se há tantas e, ao mesmo tempo, tão imprecisas definições de saudade, resta-nos apenas cultivá-la e alimentá-la com pensamentos, músicas, perfumes, fotografias, lugares, fins de tarde e madrugadas. Saibamos viver plenamente o presente, pois ele será a saudosa lembrança de amanhã.

Saudade - Crônica de Miguel Falabella


Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.

Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada; se ele tem assistido às aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial; se ela aprendeu a estacionar entre dois carros; se ele continua preferindo Malzbier; se ela continua preferindo Margarita; se ela continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados; se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor; se ela continua cantando tão bem; se ela continua detestando o Mc Donald's. Se ele continua amando; se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos;
Não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento;
Não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
Não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso...
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer;
Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você, provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...

30 de Janeiro - Dia Nacional dos Quadrinhos

Walt Disney
Para quem já sabe o que é história em quadrinhos, fica fácil lembrar da Mônica, do Cebolinha, do Cascão e da Magali, personagens da Turma da Mônica, criados pelo Mauricio de Sousa. Ou do Mickey, do Pato Donald, do Pateta e do Zé Carioca, criados por Walt Disney nos Estados Unidos.
Tem também os super-heróis como o Batman, o Super-Homem, o Incrível Hulk e os X-Men. Estes personagens você já pode conhecer do cinema e também da televisão.

Mas você sabia que muitos deles começaram nos quadrinhos?
Só depois, quando começaram a ficar famosos, ganharam espaço nas telas e conquistaram ainda mais fãs.

Os fabricantes de brinquedos e produtos infantis perceberam isto e criaram vários produtos com a cara e a marca desses personagens.                          Fonte: www.ibge.gov.br

Quem inventou a histórias em quadrinhos?
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A primeira história em quadrinhos (HQ) moderna foi criada pelo artista americano Richard Outcault em 1895. "A linguagem das HQs, com a adoção de um personagem fixo, ação fragmentada em quadros e balõezinhos de texto, surgiu nos jornais sensacionalistas de Nova York com o Yellow Kid (‘Menino Amarelo’)", diz o historiador e jornalista Álvaro de Moya, autor do livro História da História em Quadrinhos. A tirinha de Outcault fez tanto sucesso que os grandes jornais nova-iorquinos entraram em pé de guerra para ter o Yellow Kid em suas páginas. Mas é claro que esse formato original para contar uma história não surgiu na cabeça de Outcault de uma hora para outra. Se a gente for buscar as primeiras raízes das HQs, podemos chegar às pinturas rupestres feitas pelos homens pré-históricos, que serviam para contar, por exemplo, como eram suas aventuras nas caçadas.
Os quadros das igrejas medievais que retratavam a via sacra - os últimos momentos da vida de Jesus na Terra - também podem ser considerados antepassados das tirinhas. A grande diferença é que esses ancestrais das HQs não tinham texto, os enredos eram desenvolvidos apenas com uma seqüência de desenhos. "As histórias em quadrinhos constituem um meio de comunicação de massa que agrega dois códigos distintos para transmitir uma mensagem: o lingüístico (texto) e o pictórico (imagem)", diz o pesquisador Waldomiro Vergueiro, coordenador do Núcleo de Pesquisa de História em Quadrinhos, da Universidade de São Paulo (USP). Foi só no século 19 que a coisa começou a mudar, com pioneiros como o suíço Rudolph Töpffer, o francês Georges Colomb e até o italiano Angelo Agostini, radicado no Brasil desde os 16 anos de idade.
Apesar de esses artistas terem criado trabalhos unindo texto e imagem anos antes de Yellow Kid, características importantes das HQs modernas, como o uso dos balõezinhos com as "falas", por exemplo, só surgiriam realmente nas tirinhas do personagem americano.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Vale a pena comprar – ou assinar – o novo Office?

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A Microsoft lançou hoje o novo Office: ele está mais bonito, um pouco mais prático, pronto para touchscreens e disponível até mesmo via assinatura. Nós gostamos dele em sua versão Preview, e pouco mudou desde então – exceto por alguns bugs eliminados. Mas vale a pena atualizar de versões anteriores? Ou melhor: vale a pena usar o Office, mesmo que haja alternativas de graça como o Google Docs ou o próprio Office Web Apps?

As novidades

Comparada ao Office 2010, a nova versão da suíte de produtividade traz poucas novidades. A Microsoft lista as principais:
- o Cartão de Pessoas [no Outlook], que agrega em um único lugar todas as informações de seus contatos, incluindo atualizações nas mídias sociais;
- o Modo Leitura [no Word], que otimiza seus documentos para leitura em tablets;
- Última Visualização [no Word], que permite abrir documentos exatamente na mesma página e local de quando ele foi visualizado pela última vez;
- o PDF Reflow [no Word], que permite usar informação de PDFs em documentos do Office;
- o Modo Apresentador, que oferece um centro de comando de apresentações no PowerPoint;
- e o Preenchimento Relâmpago, que elimina tempo perdido com entrada de dados, completando os campos automaticamente no Excel.
Há também a maior integração com a nuvem, por exemplo: agora a opção padrão para salvar seus documentos é no SkyDrive; e as configurações do Office são sincronizadas quando você faz login.
A interface também se inspirou no Metro e ficou mais plana e mais elegante. Foi difícil para mim ter que voltar à versão 2010 nos últimos dias – ela parece simplesmente… feia comparada à atual.
Mas nenhuma dessas novidades é indispensável. Isso é compreensível, até: o Office é um software maduro, que recebe funções desde a década de 90, e não há muito mais funções que ela possa adquirir. Na verdade, a concorrência vem adotando várias dessas funções, como o Google Docs. Então por que usar o Office, mesmo?

Google Docs ou Office?

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Para criar e editar arquivos simples, como documentos de texto ou planilhas, eu uso o Google Docs há tempos. E você pode usar recursos como equações em textos, formatação condicional em planilhas, e até tabela dinâmica. Não há recursos muito avançados (como macros VBA), mas já é bastante coisa.
Além disso, compartilhar documentos é muito mais fácil que numa suíte tradicional – mesmo que o Office 2013 traga integração ao SkyDrive, por exemplo. O mesmo vale para colaboração e comentários nos documentos: o Office 2013 tem, mas no Docs já funciona tão bem.
Onde o Google Docs ainda fica muito atrás é em compatibilidade: se você precisa editar documentos já feitos no Word, por exemplo, você pode perder toda a formatação no Docs. E é mais difícil criar no Docs um documento que pareça realmente profissional: a oferta de gráficos e de fontes nas planilhas, por exemplo, ainda é muito fraca.
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Para isso, há uma terceira opção: os Office Web Apps, opção online e gratuita da própria Microsoft. Abrir documentos nele mantém toda a formatação original, e você pode fazer edições simples sem medo de estragar o trabalho feito antes. (Em alguns casos ele não consegue abrir o documento, mas são exceções.)
E ele oferece algumas funções bem superiores ao Docs. A criação de gráficos no Excel, por exemplo, é muito boa; e os temas padrão no PowerPoint também parecem mais profissionais que no Docs. No entanto, ainda faltam algumas funções básicas: quer colocar notas de rodapé num texto, por exemplo? No Office Web Apps não dá. Formatação condicional numa planilha? Nada feito.
Se você precisar de uma função que não esteja disponível nesses serviços, você ainda tem opções gratuitas como o LibreOffice ou o Lotus Symphony. Mas se compatibilidade for realmente importante – e vamos assumir isto daqui em diante – o jeito é recorrer ao Office. Mas quem disse que você não pode ter o Docs e o Office ao mesmo tempo – e pagando pouco?

Assinatura

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Desta vez, a Microsoft trouxe uma novidade na forma como vende sua suíte de produtividade: agora você pode assinar o Office.
O Office 365 Home Premium oferece todos os programas da suíte – incluindo até Access e Publisher se você quiser – e você pode instalá-los em até 5 PCs ou Macs. Tem mais: você recebe 20 GB de espaço adicional no SkyDrive, mais 60 minutos de chamadas para telefones via Skype.
E quanto custa? São R$ 179 por ano ou R$ 18 por mês. OK, se você usa constantemente o Office, ou se você o usa em apenas um computador, a assinatura pode não valer a pena.
Vamos fazer as contas: uma nova versão do Office chega a cada três anos, mais ou menos. Se você assinar o Office 365 por três anos, você gasta R$ 537. Este é o preço das licenças tradicionais:
  • Office Home & Student 2013: R$ 239 (inclui Word, Excel, PowerPoint e OneNote)
  • Office Home & Business 2013: R$ 589 (pacote acima mais Outlook)
  • Office Professional 2013: R$ 1.079 (pacote acima mais Publisher e Access)
A assinatura oferece todos os programas do pacote Professional, mas se você só usa Word, Excel, PowerPoint e OneNote, não vale a pena.
Tudo muda de figura se você quiser, por exemplo, três licenças do Office. Como não existe mais o Family Pack, que oferecia três licenças em um só DVD, o preço do Office para três computadores começa em R$ 717. A assinatura de três anos continua em R$ 537, pago em várias “parcelas” anuais.
Mas e se você não usa o Office constantemente? Por exemplo, se você só precisa do Word, Excel ou PowerPoint para algum projeto específico, e depois não o quer mais? Então você pode assinar o Office por um mês, e depois cancelar a assinatura. Isso pode ser muito útil para certos profissionais liberais, ou para quem estuda em escola. (Se você estuda ou trabalha em faculdade, há também a assinatura do Office 365 University: R$ 179, válida por quatro anos.)
Ou seja, você pode usar o Docs sempre que precisar, mas quando o Office for indispensável, basta assiná-lo por um mês. Você pode ter ambos.

E quando a assinatura acabar?

O novo Office pode fazer sentido para algumas pessoas, especialmente em planos de assinatura. Mas o que acontece quando a assinatura do Office 365 Home Premium acabar? A Microsoft explicou os detalhes ao ZDNet.
Dias antes da sua assinatura acabar, a Microsoft enviará um e-mail para lembrar você, e o Office também exibirá uma mensagem de aviso. Depois que acabar, o Office continua instalado e operacional no seu computador, mas em um “modo de funcionalidade reduzida e somente leitura”. Ou seja, você pode abrir e imprimir arquivos, mas nada de editá-los no programa. Reativando a assinatura, o Office traz de volta todas as funcionalidades.
Claro, você pode editar seus arquivos em outros programas. E se seus arquivos estiverem no SkyDrive, eles continuam disponíveis lá mesmo depois que a assinatura acabar.

Vale comprar? Vale assinar?

Office 365 - lançamento
Se o que você faz – seja no trabalho ou estudo – não requer a batelada de funções que o Office oferece, você provavelmente já se contenta com opções mais simples, como o Google Docs ou o LibreOffice.
Mas quando eles não forem o bastante, você pode pegar o Office pagando só R$18 por um mês. E ele oferece qualquer programa do pacote que você quiser, instala rápido em até 5 computadores, e ainda tem uma interface muito mais agradável que qualquer versão anterior do Office.
No entanto, se você usa o Office (quase) todo dia, o preço parece bastante salgado para uma atualização que traz poucas novidades. Nenhum dos componentes do Office recebeu uma reinvenção radical pela qual valha pagar mais de R$ 200 – provavelmente é melhor continuar com sua versão antiga.
E se você precisa usar o Office mas ainda não o possui (ou usa uma versão pirata), aproveite enquanto a versão 2010 está disponível nas lojas por até R$ 150, e depois atualize de graça para a versão 2013 se quiser.
Foto por Celso Matsuoka

Dilma rechaça racionamento e garante que Brasil tem energia para crescer


A presidente Dilma Rousseff aproveitou a inauguração de um parque eólico em Sergipe nesta terça-feira (29) para reafirmar a segurança da matriz energética brasileira e celebrar feitos do governo petista na área.
Ela disse que foi durante sua gestão no MME (Ministério de Minas e Energia), no primeiro mandato do ex-presidente Lula (2003-2006), que o país recuperou a capacidade de investimento no setor energético.
"A reforma deu trabalho e acabou em 2004. Garantimos que o país voltasse a investir em energia elétrica. Tinha parado de investir. A Eletrobras estava proibida de investir", disse a presidente. "Em dez anos, o governo melhorou a segurança da matriz energética."
No início do discurso, Dilma falou do pronunciamento feito semana passada em cadeia nacional, no qual assegurou a redução nos preços da energia elétrica no país, e voltou à carga contra os críticos à política energética do governo, que apontam riscos de racionamento.

RACIONAMENTO
"Se pessoas mal informadas disserem que Brasil não tem energia, estão equivocadas. Vão parar de falar isso, pois contra fatos não há argumentos", disse a presidente, na companhia do atual ministro do MME, Edison Lobão. "[O país] tem energia suficiente para crescer."
Como exemplo, Dilma afirmou que 8,5 mil MW de energia nova ingressarão no SIN (Sistema Interligado Nacional) neste ano --um recorde, segundo ela. Na área de transmissão, Dilma informou que estão previstos 7,4 mil km de novas linhas.

CONTA DE LUZ
Ao falar sobre a redução nos preços da energia elétrica, Dilma disse que não é "justo" nem "ético" que a população continue pagando o preço atual após a amortização dos investimentos feitos nas usinas hidrelétricas.
Ela definiu as hidrelétricas como "senhoras velhas", cujos investimentos em sua concepção levam 30 anos para serem amortizados, mas que oferecem energia por até cem anos.

BARRA DOS COQUEIROS
O parque eólico Barra dos Coqueiros, localizado no município de mesmo nome, na região metropolitana de Aracaju (capital de Sergipe), tem potência instalada de 34,5 MW e 23 torres. O empreendimento recebeu investimento de R$ 125 milhões, sendo a maior parte com financiamento do China Development Bank.

Papel: o suporte da criatividade

Desculpem o trocadilho… Mas o fato é que o papel tem um papel imprescindível na indústria gráfica. É o principal componente do sistema de impressão, a matéria-prima para colocar as idéias em prática. Por isso, saber identificar os tipos de papel é a base para qualquer trabalho de impressão, seja digital ou analógico. Do desempenho das cores ao modo de distribuição, todas as variáveis do processo gráfico dependem do papel a ser utilizado.

Três características básicas diferenciam os tipos de papel: a gramatura (o peso), o formato e a cor. A gramatura varia normalmente de 50 a 350 gramas.  Em geral, é ela que define os custos do impresso. Mas o formato também pesa na hora de estabelecer o preço. Quanto melhor aproveitado o espaço do papel, menor o custo e o desperdício. Já a cor determina para que o papel será usado. A textura molda o desempenho das cores na impressão. Quanto menos poroso, mais vivas ficam as cores.
Todas essas características podem indicar tipos melhores ou piores de papel para determinado impresso, mas o que importa mesmo na hora de escolher é a criatividade. O cliente tem a ideia e a gráfica propõe um papel, mas é a conversa entre ambos que vai definir o impresso final.
Fonte: Gráfica CDC

Cuidado com a resolução da Imagem

Um dos erros mais comuns é pensar que a resolução da imagem depende da impressão gráfica. É claro que a qualidade de impressão é importante, mas o que vale mesmo é a reprodução capturada na câmera.
A resolução de uma foto determina sua qualidade, a partir da quantidade de pontinhos (pixels) que formam essa imagem. Quanto maior a resolução, maior sua definição e detalhamento. Para medir a resolução de impressos, é utilizada a unidade DPI, que significa Dots Per Inch (pontos por polegada).
Existe uma convenção de que a impressão offset trabalha com 300dpi, mas este valor pode variar conforme o material. O profissional da gráfica é quem deve analisar caso por caso e, assim, definir a resolução. Imagens com resolução alta demais tornam o arquivo pesado no computador, mas são necessárias para uma boa impressão.
A qualidade da imagem pode ser configurada na própria máquina digital, que tem sua capacidade definida quando fabricada. É importante prestar atenção no detalhe da resolução no momento de enviar o material para a gráfica, pois ela é de total importância para uma impressão 100%. 

Brasil terá mais usinas térmicas até 2022

Plano de energia anunciado pelo presidente da EPE prevê aumento de participação de térmicas, que têm a desvantagem de custo mais elevado
Usina termoeletrica da Chesf
Atualmente, geração térmica no país está em 14 mil megawatts (Arlindo Felix/AE)
O Plano Decenal de Energia 2013-2022 (PDE) terá mais usinas térmicas que o atual, afirmou nesta última segunda-feira o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim.
Segundo Tolmasquim, as térmicas deveriam operar mais na base do sistema elétrico nacional, ou seja, ser colocadas como uma das fontes principais de energia do país. Mas o preço alto do gás natural é um obstáculo para essa proposta.
"Já estamos fazendo o plano 2022 e prevemos um pouco mais de térmica entrando no sistema. Estamos trabalhando nisso, mas devemos ter mais térmica à gás", disse Tolmasquim, sem revelar os montantes.
"A grande questão é a econômica, ou seja, como que essas térmicas vão entrar sem onerar demais a tarifa. Tem uma hora, que tem que ver a questão da segurança. Mesmo que seja mais caro, tem que botar", adicionou o presidente da EPE, a jornalistas, após participação em evento.
Em 2001, a crise no abastecimento de energia levantou a hipótese do aumento da participação das usinas térmicas e, até, da mudança da base do sistema elétrico. Mas a sugestão foi descartada pela inviabilidade econômica de se adotar uma matriz diferente da hidrelétrica.
Com a crescimento da economia e da demanda de energia, o país precisa ampliar anualmente seus parques de geração, transmissão e distribuição. Este ano, serão mais de 8.500 megawatts (MW) em geração de energia, de acordo com a EPE.
Atualmente, a geração térmica no país está em 14 mil megawatts, segundo Tolmasquim.
O presidente da EPE entende que o ideal seria o país ampliar "um pouco" a geração térmica na base ao longo do ano para aumentar ainda mais a confiabilidade do sistema e compensar a geração hidrelétrica em períodos de reservatórios em níveis baixos.
"O Brasil pode ter algumas térmicas na base, mas não muitas porque vão entrar Jirau, Santo Antônio e Belo Monte, que são (hidrelétricas) a fio d'água e vão gerar muito num período, mas em outros menos", declarou ele. "Claro que para nós o interessante é ter usinas térmicas com custo variável baixo, aí elas naturalmente vão operar mais. Se só colocar hidro à fio d'água, a proporção de térmica tem que aumentar", completou ele.
Tolmasquim ressalta, no entanto, que o grande obstáculo para ampliar a geração térmica a gás no país é o elevado preço do combustível, que hoje é importado na forma de gás natural liquefeito (GNL).
A solução para o entrave seria, de acordo com o presidente da EPE, a produção de gás não-convencional como gás de xisto, gás de folhelho e "tight" (de vários tipos de rocha).
"O problema para a expansão térmica a gás hoje é que tem que ser com GNL importado. Poderíamos pensar em térmicas operando de maneira mais contínua se descobríssemos (gás) não-convencional", disse Tolmasquim.
O governo planeja para o fim desse ano um leilão de gás com foco principal nas reservas de xisto espalhadas pelo país. Nos Estados Unidos, o gás de xisto já é uma realidade com preços baixos e oferta expressiva. As estimativas da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) apontam preliminarmente para reservas de até 500 trilhões de pés cúbicos (TCFs).
Em relação ao nível de dos reservatórios das hidrelétricas, Tolmasquim afirmou que a situação do sistema elétrico no momento é "mais tranquila" com o aumento das represas, e acrescentou que o sistema reagiu bem.
Leilões - O presidente da EPE disse que planeja realizar dois leilões de energia nova A-5 (que contrata energia para começar a ser entregue em cinco anos), uma rodada A-3 (para energia que inicia a entrega em três anos) e um leilão de energia de reserva.
O leilão A-3 e um dos A-5, apenas com a usina hidrelétrica de Sinop (400 MW), serão realizados até o mês de maio. As demais usinas hídricas do A-5 devem ser licitadas em um outro leilão no segundo semestre deste ano.
A EPE estuda ainda realizar um leilão de reserva e a rodada "A-0", que contrata energia ainda para este ano, também deve ocorrer no primeiro semestre. "Estamos analisando um leilão de reserva, eventualmente, também esse ano, mas ainda não está certo", ponderou ele.
Tolmasquim não descartou ainda a possibilidade da realização de leilões de energia por fonte específica e de leilões regionais. "Se for necessário, poderemos fazer", concluiu.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Animais fazendo coisas estranhas

As fotos abaixo foram tiradas no momento certo. Bem quando os animais estavam fazendo as coisas mais estranhas deste mundo. Veja:
















Apps, App, Software, “programinha”, aplicações, webapp… O que é tudo isso?

Mas afinal, o que é um aplicativo?
Bem meus amigos digitais, esse post é pra vocês!
Você que não desgruda do celular ou tablet, tá ligado em tudo que é novidade de programas e serviços de internet, usuário de iPhone, Android, Windows Phone vamos, de fato, entender: O que é um Aplicativo?
Em tese, é uma pergunta bem simples de responder. Oras, é um programinha instalado no meu smartphone! — Ok. – E o que diferencia um App de um WebApp? Bem, um App é instalado e um WebApp roda no browser. Fácil assim? Digamos que o buraco é mais em baixo.
É dessas telas e códigos estranhos que sai aqueles app bonitinhos e gostosos de usar.
É dessas telas e códigos estranhos que sai aqueles app bonitinhos e gostosos de usar.
Tudo que vira febre, recebe uma nomenclatura, cedida pelos usuários em geral. E isso ganha uma teia grudante, que logo podemos comparar com uma teia de aranha gigante. Tudo que tiver dentro do raio dela, pega e gruda, e não sai nem a pau. É o que acontece com muitos modismos, febres e outras coisas do gênero. Vou citar um exemplo pra vocês me acompanharem.
Certamente já leram ou ouviram algo assim: “Qq coisa, manda no meu inbox!”. Isso, na era 2013, remete quase que unicamente ao Facebook. “manda lá, no meu inbox”. Gente, a tradução de inbox é caixa de entrada, e o Facebook não é o único que usa esse termo para direcionar essa ferramenta, todos os softwares de e-mail e IMs têm essa forma de chamar a caixa de entrada. Por que cargas d’água, mensagem privada é Inbox? Eu fico imaginando isso na década de 30. ligo pra alguém e falo “ah, manda essa carta lá no meu inbox“. E fico me imaginando checando aquela caixa de ferro do lado de fora da casa. Ainda bem que não unificaram a DM do twitter pra tudo, mas seria um caso típico.
O que isso tem a ver com o assunto? O cuidado com a desinformação. É gente em massa confundindo o termo App, WebApp e Aplicativo. App não é simplesmente abreviatura de Application, ela remete a um determinado nicho, não é charme nem nada. WebApp também não é só o que roda no browser, um projeto feito em HTML5 rodando dentro de um webview compilado no XCode não deixa de ser WebApp, mesmo tendo que instalá-lo em seu iDevice.
Se for analisar pra valer, a palavra “aplicativos” ficou bastante popular nessas bandas depois que o iPhone recebeu a tal da AppStore (em 2008, se não me engano). Daí era aplicativos pra baixo e pra cima, e logo o termo foi consolidado também para Android, Windows Phone e até computadores. Hoje você lê a palavra “shareware“? Que você tinha que escolher entre um software “freeware” e um “shareware“. Agora tudo é aplicativo. Calma aí, vamos entender a nomenclatura de cada coisa primeiro.
Na década de 90, a computação gráfica tinha um background diferente. Chamo de background o ambiente acessado por verdadeiros nerds: Debug de software, engenharia reversa e toda essa coisa estranha aí. E nesse background tinha um consenso entre Sofware e Application. Normalmente, software era o arquivo executável que iria instalar a Aplicação em seu computador. Um tanto quanto confuso. No meio dessa década, a NeXT (Uma empresa de computadores criada por Steve Jobs) estava trabalhando em seu sistema operacional, denominado NeXTSTEP, que entendia e rodava programas de uma maneira diferente do comum. Para o papo não ficar muito nerd ou técnico demais, o NeXTSTEP tinha um modo Mac de entender as coisas. Até por que, o Mac OS X foi escrito com base no código do NeXTSTEP. Ou seja, enquanto o Windows 95 dava suas panes com DLLs corrompidas ou deletadas, o NeXT já tinha uma maneira diferente de tratar a hierarquia dos produtos: não tinha esse lance de software/aplicação. O resultado disso é aquele “drag to your applications folder to install” do Mac. Ta aí um parêntese: você arrasta o programa pra pasta e executa. Só isso, sem wizard, sem barrinha de progresso, sem nada. É uma aplicação pronta pra usar, feito para uma estrutura pronta pra receber aqueles arquivos, sem ter de acrescentar nada. É a pura aplicação. Daí o termo Application, usado de forma confusa naqueles anos e que passava por pouquíssimos lábios.
Application, um aplicativo ou aplicação que exibe a modo gráfico um ambiente de trabalho, seja qual for o assunto. O Windows só foi aderir esse lance agora, na versão 8.

Uma base pra entender

Application é o modo que você chama o programa executável no computador. No Mac, você encontra esse termo desde a versão 9 (Applications folder). Hoje, por ser um termo comum, qualquer programa de computador é denominado Aplicativo. Particularmente, não consigo chamar de aplicativo aqueles programas pesados que exigem instalação, que dão suporte a extensões e plugins e exigem demais do hardware para trabalhar, como Adobe CS, FinalCut e editores 3D. Acredito que eles são complexos demais para serem denominados assim.
Na era mobile, como até mencionei, quase que relativamente pós AppStore, o termo App ficou comum. É uma encurtação:App-lication. O termo App destina-se unicamente a dispositivos móveis, o que acontece é que está acontecendo uma certa unificação mobile/desktop e por isso o termo App/Application é válido para ambos.
Já os WebApps, são aplicativos que exigem conexão com a internet para ter algum sentido. No Wunderlist, por exemplo, não há necessidade de instalar o aplicativo, você pode acessar o ambiente pelo browser e com a mesma interface do programa. Assim como é o mini painel do iCloud.
Wunderlist: WebApp é idêntico ao aplicativo instalado.
Wunderlist: WebApp é idêntico ao aplicativo instalado.
Pode parecer semelhanças pequenas mas é interessante estar por dentro dos nomes corretos, assim entendemos o real sentido dos diversos nomes que encontramos por aí. =D
Post e Fonte original: CHOCOLA DESIGN