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terça-feira, 27 de junho de 2017

Dropbox Paper, novo rival para o Google Docs, é lançado no Brasil









O Dropbox já possui sua própria versão do Google Docs, o Dropbox Paper, e está disponível em mais de 20 países e seus respectivos idiomas, incluindo o Brasil. Além de ser uma plataforma na nuvem para a criação colaborativa de documentos de texto, o Paper também serve como gerenciador de trabalho em equipe, podendo conter uma simples lista de verificação, notas e cronogramas, semelhante ao Trello. Tudo isso é sincronizado em tempo real com todos os membros do time, o que pode ser útil para elaboração de pequenos projetos com a participação de várias pessoas.
Paper está presente na web e em aplicativos mobile (Foto: Reprodução/Blog do Dropbox)

Para acessar o Dropbox Paper, basta fazer login na sua conta Dropbox e procurá-lo no menu da esquerda. Os usuários também podem incorporar nos seus documentos criados no Paper vídeos do YouTube ou Vimeo, áudios do SoundCloud ou links para documentos no próprio Dropbox ou em concorrentes como o Google Drive, por exemplo.

Em entrevista ao site Mashable, o gerente de produto Kavitha Radhakrishnan confirmou que novas funções serão adicionadas em breve. Entretanto, para não transformar a plataforma em um “Frankenstein”, e adicionar recursos que serão realmente úteis para o trabalho em grupo, os desenvolvedores utilizam testes com os usuários e ficam atentos as verdadeiras demandas para deixar o aplicativo simples de ser usado.

O Dropbox Paper foi anunciado em novembro de 2015 e ganhou uma versão closed Beta logo em seguida. Em agosto de 2016, a empresa abriu os testes para o público e lançou versões mobile do serviço para Android e iOS (iPhone), que funcionam integrados à plataforma web.


segunda-feira, 26 de junho de 2017

Está próximo o fim da multa a quem não portar CNH e licenciamento

Câmara aprova fim de multa a quem não portar CNH e licenciamento. Medida valerá se agente de trânsito puder consultar as informações online; hoje, veículo pode ser retido e condutor autuado se não estiver com os documentos.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou nesta quinta-feira o projeto de lei 8.022/14, que veta a aplicação de multa e a retenção do veículo se o motorista não estiver com a carteira de habitação e o licenciamento anual, caso o agente de trânsito possa obter as informações sobre o condutor e o veículo contidas nos documentos por meio de consulta a banco de dados oficial.

O projeto, que tramita desde 2014, foi apresentado pela ex-deputada Sandra Rosado (PSB-RN) e pela deputada Keiko Ota (PSB-SP) e altera o Código de Trânsito Brasileiro. Ele foi aprovado em caráter conclusivo, ou seja, se não houver recurso de algum deputado, ele vai direto para o Senado sem precisar passar pelo plenário da Câmara. 

De acordo com o projeto, quando não for possível ao agente de trânsito realizar a consulta on-line das informações do veículo ou do condutor, o auto de infração será cancelado caso o motorista apresente, em até trinta dias, o documento ao órgão de trânsito responsável pela autuação. Assim, o motorista não terá pontos computados em sua carteira referentes à infração. 

Veja aqui a íntegra do projeto de lei. 
Fonte: Veja - Abril

O Brasil está entre os 10 países do mundo onde MAIS se cobra impostos






No ano passado, o Fórum Econômico Mundial divulgou seu Relatório de Competitividade Global das economias mundiais e neste relatório consta que o Brasil é o 7° maior cobrador de imposto no ranking mundial; Argentina é a primeira.

O grupo analisou os dados, incluindo níveis de corrupção, inflação e a estabilidade política para compilar uma imagem de competitividade dos países.

De acordo com o estudo, competitividade é “o conjunto de instituições, políticas e fatores que determinam o nível de a produtividade de uma economia, que por sua vez define o nível de prosperidade que o país pode alcançar”, diz o relatório.

Os três melhores países do relatório, no ranking geral, são: Suíça, Singapura e Estados Unidos, respectivamente. 

Um dos indicadores que o FEM utiliza é quantidade de carga tributária arrecadada em cada país. Os números mais altos indicam menor competitividade.

Para medir qual país possui as maiores taxas tributárias, o ranking se baseia em dados do Banco Mundial para comparar os dados. 

O site elencou os 25 países com as maiores cargas tributárias, dentro daqueles que ultrapassam os 50% no quesito "taxas de impostos totais" arrecadadas pelo país, representada pelo número 6.05 do sexto pilar de avaliação, "eficiência de mercado". 

Quanto mais alto o número, mais cargas tributárias o país recolhe da população.

Veja abaixo:

1. Argentina - 137.4%

2. Bolívia - 83.7%

3. Tajiquistão - 81.8% 

4. Argélia - 72.7%

5. Mauritânia - 71.3%

6. Colômbia - 69.7%

7. Brasil - 69.2%

8. China - 67.8% 

9. Venezuela - 65% 

10. Itália - 64.8%

11. Nicarágua - 63.8%

12. Chade - 63.5%

13. Gâmbia - 63.3%

14. Benim - 63.3%

15. França - 62.7% 

16. Índia - 60.6% 

17. Tunísia - 59.9%

18. Bélgica - 58.4%

19. Costa Rica - 58%

20. Sri Lanka - 55.2%

21. Ucrânia - 52.2%

22. Áustria - 51.7%

23. México - 51.7%

24. Japão - 51.3%

25. Espanha - 50%


quinta-feira, 22 de junho de 2017

Dicas para decoração de festas juninas


Mês de junho é, tradicionalmente, época de se comemorar diversos dias santos. Elas são tradição em países católicos e, no Brasil, tomaram forma com a incorporação de tradições portuguesas, espanholas, francesas e holandesas. A miscigenação entre índios, africanos e europeus fez surgir diversas expressões artísticas, como cantorias de viola, danças como o xote, xaxado e baião, as quadrilhas e forrós, e especialmente a farta culinária, com pratos feitos principalmente com amendoim. No estilo caipira, Santo Antônio, São Pedro e São Paulo são lembrados em quermesse, festas em escolas e do condomínio.

Para comemorar em grande estilo estas festividades, confira cinco dicas de decoração para festas juninas, seja no ambiente de trabalho, no clube ou em casa:

1. Bandeiras e detalhes em xadrez
(Big Center Festa/ Fotógrafo Jony Partos)

As indefectíveis bandeirinhas de São João, assim como os balões e bandeirolas não podem faltar para criar o clima. Não esqueça também de toalhas, guardanapos e embalagens com a estampa em xadrez, que remete à vestimenta do caipira brasileiro.

2. Universo caipira
(Big Center Festa/ Fotógrafo Jony Partos)

Além do xadrez, use embalagens típicas do ambiente caipira. Pequenas marmitas, potes em formato de caixotes de feira, fazem o truque. Para embalar paçoquinhas, por exemplo, use divertidas embalagens em formato de chapéu de palha. Se forem distribuídas lembrancinhas na festa, use a marmita para presentear os convidados com brigadeiros ou balas de goma ou entregue pipas de papel de seda.

3. Reaproveite
(Big Center Festa/ Fotógrafo Jony Partos)

Para decorar as mesas, reutilize copos, garrafas coloridas ou compotas de vidro. Dentro, use ramos de trigo ou personagens temáticos, como espantalhos de palha.

4. Doces e mais doces
(Big Center Festa/ Fotógrafo Jony Partos)

Doces não podem ficar de fora de uma Festa Junina. Além de deliciosos, ajudam a decorar a mesa. Os feitos de amendoim aparecem com força nesta época do ano, como rapadura, amendoim cri-cri, mandolate e paçoquinha. Fora isso, não esqueça de puxa-puxa, mariola, pipoca, algodão doce e brigadeiro.

5. Salgado também
(Big Center Festa/ Fotógrafo Jony Partos)

Para equlibrar o cardápio com algumas opções salgadas, sirva pipoca em mini-baldinhos temáticos; o cachorro quente, servido em bandejinhas específicas e é claro, o pinhão, tradição das festas juninas realizadas no Sul.

Fonte: Donna

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Confira 30 dicas para fazer a festa junina na sua casa


Com milho, vinho quente, canjica e decoração caipira sua casa pode se tornar um delicioso arraial. Não importa o tamanho do espaço! Vale até festa no apê. Confira!

Milho cozido, sal e manteiga: petisco simples e perfeito para o arraial (Foto: Ricardo Corrêa/Editora Globo)

As festas juninas já estão acontecendo por todo o país. Se você é da turma que adora ficar em casa e receber os amigos, pode – e deve! – organizar seu próprio arraial. Reunimos ideias de decoração, receitas, brincadeiras e músicas para animar o evento e deixá-lo com a sua cara.

Decoração

1. Afaste os móveis para aumentar a área de circulação dos convidados e reserve uma mesa grande para colocar as comidas. Se puder, organize as bebidas separadamente, em um aparador.

2. Toalha xadrez e bandeirinhas não devem faltar. Aproveite pedaços de tecido para compor a mesa principal. Juta e chita também têm tudo a ver com festa junina. Faça bandeirinhas com sobras de tecido, recortes de jornal ou revistas.

Estas não se rasgam facilmente: bandeirinhas de retalhos de tecido e corações de feltro (Foto: Cacá Bratke/Editora Globo)

3. Corações desenhados na cartolina e unidos em uma bandeirola dão clima romântico à festa.

4. Não dá tempo de fazer as bandeirinhas? Compre-as pela internet em lojas de artigos para festas. Prefira as de plástico, feitas para serem lavadas e guardadas para os anos seguintes.

5. Os chapéus de palha também compõem a decoração da mesa. Forrados com guardanapos, eles servem de cesta para os alimentos, como saquinhos de pipoca. Outra boa ideia é compor uma parede com chapéus de vários tamanhos e estilos.

6. Imagens religiosas, como Santo Antônio, São João e São Pedro, e fitas coloridas caem bem.

7. Se você vai servir receitas feitas com milho, como pamonha, curau e bolo, não descarte as palhas. Elas servem de base para alguns alimentos e ainda compõem a decoração.


8. Canelas em pau resultam ótimos arranjos. Você pode amarrá-las com fios de palha ou de tecido.

Brincadeiras

9. Para entreter as crianças, improvise a pescaria. Encha uma bacia ou piscina infantil com plástico-bolha, papel celofane ou pedaços de isopor e coloque os peixes, desenhados em cartolina ou EVA. Improvise as varinhas: arames rígidos ou ripas fininhas de madeira com ganchos presos em uma das extremidades funcionam!

10. Outra boa ideia é brincar de acertar o alvo. No caso, as garrafas pet com argolas.

11. Espalhe cestas com canetas e papéis pela casa para seus amigos escreverem recadinhos de amor. Naturalmente, as crianças se encarregarão de fazer as entregas.

Músicas para a festa

12. Olha pro céu | Ceumar
13. Marimbondo | Chão e Chinelo e Naná Vasconcelos
14. Dona tá reclamando | Grupo Cupuaçu e BenjamimTaubkin
15. Entrada do boi misterioso | Tiago Pinheiro
16. Salve | Cordel do Fogo Encantado
17. Caboré | Zabé da Loca
18. Forró esferográfico | Cabruêra
19. São João na roça | Luiz Gonzaga
20. Carneirinho | Mestre Ambrósio
21. Xiquexique | Arnaldo Antunes, Ná Ozzetti, Zé Miguel Wisnik e Paulo Tatit

Comidas típicas



Curau de milho (Foto: Elisa Correa / Editora Globo)


Pé de moleque (Foto: Elisa Correa/Editora Globo)


Broa de milho com queijo e coco (Foto: Lufe Gomes/ Editora Globo)

25. 10 receitas com milho                                                                                                           
Arroz-doce (Foto: Romulo Fialdini / O Brasil à Mesa)


Doce de abóbora com cocada (Foto: Divulgação)


Cuscuz de tapioca (Foto: Divulgação)


Torta de frango (Foto: Iara Venanzi/Casa e Comida)


Caldinho de feijão (Foto: Ricardo Corrêa/Editora Globo)



terça-feira, 20 de junho de 2017

Festas Juninas 2017


As festas juninas têm em suas raízes a mistura de elementos das tradições pagãs romano-germânicas e cristãs.

No Brasil, desde pelo menos o século XVII, no mês de junho, comemoram-se as chamadas “Festas Juninas”, que possuem esse nome por estarem associadas ao referido mês. Sabemos que, além daquilo que tipifica tais festas, como trajes específicos, comidas e bebidas, fogueiras, fogos de artifício e outros artefatos feitos com pólvora (como bombinhas), há também a associação com santos católicos, notadamente: São João, Santo Antônio e São Pedro. Mas quais são as raízes das festas juninas?

Os pesquisadores especializados em festividades e rituais costumam apontar as origens das festas juninas nos rituais dos antigos povos germânicos e romanos. Os povos que habitavam as regiões campestres, na antiguidade ocidental, prestavam homenagens a diversos deuses aos quais eram atribuídas as funções de garantir boas plantações, boas colheitas, fertilidade etc. Geralmente, tais ritos (que possuíam caráter de festividade) eram executados durante a passagem do inverno para o verão, que, no centro-sul da Europa, acontece no mês de junho.

Esses rituais implicavam o acendimento de fogueiras e de balões (semelhantes aos que hoje são feitos com papel de seda), entre outros modos de comemorações, como danças e cânticos. Na transição da Idade Antiga para a Idade Média, com a cristianização dos romanos e dos povos bárbaros, essas festividades passaram a ser assimiladas pela Igreja Católica, que, como principal instituição do período medieval, soube também diluir o culto aos deuses pagãos do período junino e substituí-los pelos santos.

A religiosidade popular absorveu de forma muito profunda essa mistura das festividades pagãs com a doutrina cristã. Nas regiões do Sul da Europa, sobretudo na Península Ibérica, onde o catolicismo desenvolveu-se com muita força no fim da Idade Média, essas tradições tornaram-se plenamente arraigadas. Com a colonização do Brasil pelos portugueses a partir do século XVI, as festividades juninas aqui foram se estabelecendo, sem maiores dificuldades, e ganhando um feitio próprio.

As comemorações das festas juninas no Brasil, além de manterem as características herdadas da Europa, como a celebração dos dias dos santos, também mesclaram elementos típicos do interior do país e de tradições sertanejas, forjadas pela mescla das culturas africana, indígena e europeia. Sendo assim, as comidas típicas (como a pamonha), as danças, o uso de instrumentos musicais (como a viola caipira) nas festas, etc., tudo isso reflete milênios de tradições diversas que se imbricaram.

Fonte: Por Me. Cláudio Fernandes para o Brasil Escola